13 de dezembro de 2001

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Ana Carolina convida "bambas" em show no Rio

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A cantora Ana Carolina estréia hoje uma série de apresentações no Canecão, no Rio de Janeiro. A cantora leva ao palco o show "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", do seu
segundo CD.

No show, ela vai mostrar os sucessos de sua carreira, como "Garganta", "Armazém", "A Canção Tocou na
Hora Errada", "Nada Por Mim", "Quem de Nós Dois" e "Pra Terminar".

Diversas participações especiais estão no roteiro. Hoje, quem divide o palco com a cantora é Adriana Calcanhotto. Para a semana que vem estão confirmadas as presenças de Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini.

Show: Ana Carolina Violão & Voz Convida Os Bambas
Onde: Canecão (av. Venceslau Brás, 215, Botafogo, tel. 0/xx/21/543-1241)
Quando: 13, 20, 21 e 22 de dezembro. Quintas às 21h30, sexta e sábado às 22h
Quanto: R$ 15 a R$ 30


Fonte: Folha Online

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Ana Carolina foi a cantora mais ouvida nas rádios em 2001

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Na lista das dez canções nacionais mais executadas nas rádios do país, entre os meses de janeiro e novembro, estão faixas de cantores sertanejos tarimbados, pagodeiros e artistas que acabaram de lançar seu primeiro CD. Mas a música que tocou exatamente 26.129 vezes entre 1º de janeiro e 30 de novembro de 2001 foi "Quem de Nós Dois", cantada por Ana Carolina. Os dados são da Crowley Broadcast Analysis do Brasil, empresa de monitoração eletrônica de rádios.

A canção fez parte da trilha sonora da novela "Um Anjo Caiu do Céu" (Globo) e impulsionou Ana Carolina a vender 290 mil cópias de seu disco, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", da BMG. "Foi uma consequência felicíssima de todo trabalho que eu tenho feito", diz a cantora.

Quem não esperava estar entre os mais tocados era a dupla Marlon e Maicon. Em seu primeiro disco, emplacaram "Por Te Amar Assim" em sétimo lugar. "Essa música vai marcar nossa vida para sempre", alegra-se Marlon.

Não necessariamente quem vendeu mais discos viu sua música sendo a mais executada. A dupla Bruno e Marrone vendeu mais de 1 milhão de discos do "Acústico Bruno e Marrone", mas ficaram em terceiro lugar com "Dormi na Praça". "Isso prova que 2001 foi um ano de sonhos para nós dois", comenta o cantor Bruno.

Vavá, namorado da modelo Mari Alexandre, uma das participantes de "Casa dos Artistas" (SBT), também está na lista com "Tua Cara", em sexto lugar.

A lista de pagodeiros é engrossada ainda pelos cantores Alexandre Pires e Belo, respectivamente na oitava e nona posições, com "Usted Se Me Llevo La Vida" e "Quem Será".


Fonte: Ilha

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8 de dezembro de 2001

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Ana Carolina: acústico com reforço especial

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Cantora faz temporada no Rio com participações de Adriana Calcanhotto, Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini

Ana Carolina se apresenta no Canecão (RJ) nos dias 13, 20, 21 e 22 deste mês, com o projeto especial Ana Carolina Violão e Voz Convida Os Bambas. Como o próprio nome indica, trata-se de uma série de shows acústicos (Ana cantará sem banda, só ao violão) que terão a participação de convidados especiais a cada noite. Quem inaugura as dobradinhas é Adriana Calcanhotto. Em seguida, na ordem, vêm Milton Nascimento, João Bosco e Flávio Venturini.


Fonte: Marco Antonio Barbosa- Clique Music

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26 de outubro de 2001

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Ana Carolina efectua showcases em Lisboa e Porto

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A cantora brasileira Ana Carolina vai estar em Portugal na próxima semana para promover o seu mais recente álbum «Ana Rita Joana Iracema e Carolina». Além de entrevistas e actuações em programas televisivos, a artista vai efectuar três showcases em Lisboa e Porto, os quais vão ocorrer no início de Novembro.

Ana Carolina surgiu na música brasileira no final da década de 90, quando a filha de Vinicius de Moraes, Luciana, resolveu apostar na sua voz de timbre grave.


Depois de um primeiro trabalho de relativo sucesso no Brasil, Ana Carolina lançou recentemente o segundo álbum,«Ana Rita Joana Iracema e Carolina», no qual a artista encarna todas as mulheres do mundo.

Os showcases vão ocorrer no dia 2 de Novembro, na FNAC NorteShoping (Porto, pelas 21h30), e 3 de Novembro em Lisboa, sendo que na capital a cantora brasileira vai efectuar dois pequenos concertos: um na FNAC de Cascais (pelas 16h00) e outro na FNAC do Centro Comercial Colombo (pelas 21h30).


Fonte: Disco Digital

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4 de setembro de 2001

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Ana Carolina, Alcione e Bethânia soltam a voz

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Três vozes poderosas encerraram a temporada 2001 dos Concertos MPBr na noite de quarta-feira num Canecão transbordante de fãs alucinados. Ana Carolina, Alcione e Maria Bethânia deram uma interpretação passional a "Fera ferida" em final apoteótico. Foram aplaudidas de pé e de cima das cadeiras por gente absolutamente hipnotizada pelo que acabara de acontecer. "Morri, morri, meu Deus, muito obrigado, eu vi isso, c*, c*,'' blasfemava uma delas em moto contínuo, abanada pelas colegas. Os oito concertos no Rio realizados desde maio foram vistos por 19 mil pessoas que pagaram apenas 10 reais pelo ingresso. O projeto, iniciado ano passado no Rio pela produtora Maria Luisa Jucá, com o patrocínio da Br Distribuidora, está sendo levado este ano também a São Paulo, Porto Alegre e Brasília.

O encerramento na quarta teve um contratempo. O sistema de som pifou na hora da passagem de som, teve que ser remontado e, às 19h30, com uma multidão do lado de fora, Maria Bethânia ainda estava passando o som. Os trabalhos começaram com uma hora de atraso e um grave defeito técnico. O volume estava altíssimo, mais para um show do Sepultura do que de uma cantora de MPB. Os graves saturavam as caixas de som, o microfone de Ana assobiava, um monte de gente na platéia tapou os ouvidos enquanto Ana, alheia aos problemas, abria com "Dadivosa", a faixa de seu novo CD "Ana Rita Joana Iracema Carolina" com récita de Bethânia (pré-gravada).

Sentada numa cadeira alta, ainda por conta das sequelas de um acidente de carro em maio, ela emendou com a faixa-título e deu o boa noite, ressaltando, como todos os artistas, a importância da série que leva shows completos a preços populares, encheu a bola de Jucá, que no fim do show flutuava a meio metro do chão, e foi em frente com uma enfiada de hits de seus dois discos. Se perdeu a mobilidade, Ana não teve prejuízos na voz, que vai dos graves aos falsetes com uma facilidade incrível, mas continua modulando em excesso, uma exagero de quem quer se afirmar.

A platéia inteira entoou "A canção tocou na hora errada", deu um breque na nova música de trabalho, "Pra terminar", de Herbert Vianna, e riu com as brincadeiras do percussionista Da Lua ao berimbau em "Implicante", com Ana na voz e no pandeiro. Além de desfilar cheio de marra pelo palco, como manda o título da canção, ele também deu uma encoxada em Ana. Mais adiante, em "Eu nunca te amei idiota", ela e o guitarrista Elder Costa grudaram as bocas num longo beijo. Ana brincou com a platéia, mandando os casais se xingarem de idiota.

Em "Garganta" adentrou a poderosa Alcione, muito aplaudida, que cantou e depois se dirigiu a Ana. "A primeira vez que ouvi falar de você foi através de minha irmã, Solange, que disse que tinha uma cantora nova que era o cão. Eu ouvi e disse, 'Solange, ela é o cão', e olha eu hoje aqui na coleira.'' As duas fazem um medley de samba, Ana no pandeiro e voz, Alcione dividindo-se entre vocal e um trumpete piccolo em solos meio tremidos.

Mais adiante, Bethânia entra para dar um presente a Ana: canta "Pra rua me levar", música dela e de Totonho Villeroy que gravou em seu novo CD, "Maricotinha", e que canta pela primeira vez em público "sem ensaiar mas com o coração na mão." Ana divide os vocais com ela, as duas de mãos dadas em total enlevo. A diva se vai e Ana emenda alguns hits, incluindo o mega "Quem de nós dois", faz uma brincadeira picante em "Garganta", encerra e volta com "Tou saindo".

Daí chamou as suas divas para o encerramento com "Fera ferida". Os Concertos MPBr prosseguem com quatro shows em Porto Alegre no mês de setembro com Lenine, Ana Carolina, Ed Motta e Cássia Eller. O encerramento é em outubro na capital paulista com três shows de Elba Ramalho, Cássia e Alcione. Os 21 shows nas quatro capitais serão vistos por 90 mil pessoas.


Fonte: Jamari França- Globonews

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28 de maio de 2001

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ANA CAROLINA- Uma voz de fibra

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Mesmo se recuperando de um acidente de carro que a levou à UTI, a cantora mantém show no Rio, sobe ao palco de muletas e é dona da música mais tocada nas rádios

Desde o início do mês, a música “Quem de Nós Dois” ocupa o
primeiro lugar nas rádios.


Dona de uma voz grave e potente, Ana

Carolina tem mania de vestir roupas pelo avesso

No sábado 5, a cantora Ana Carolina, 26 anos, pareceu ter acordado de um pesadelo. Com a perna esquerda imobilizada por causa da fratura na tíbia que sofreu ao bater o carro – um Mercedes Classe A que se chocou com um poste na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na terça-feira 1º – , ela revelou a sua mãe, Maria Aparecida de Souza, que estava pronta para ensaiar no dia seguinte. Pela primeira vez desde o acidente, que a deixou na UTI por um dia e lhe custou um corte na cabeça, Ana Carolina demonstrou vontade de continuar sua rotina e até deu gargalhadas. Apesar de não se lembrar do momento em que, cansada após um ensaio, perdeu o controle do carro, ela disse que o acidente foi um choque em sua vida. “Quero cuidar mais de mim agora.” Depois de ter cancelado a estréia do show de seu novo CD Ana Rita Joana Iracema Carolina em Belo Horizonte, a cantora chega dia 17 ao Canecão, no Rio, numa cadeira de rodas, e sobe aos palcos de muletas para estrear seu show.

Desde que recebeu alta do hospital Barra D’Or e foi para casa, no Recreio dos Bandeirantes, seu celular não pára. Recebeu telefonemas de Adriana Calcanhoto e Daniela Mercury, preocupadas com seu estado de saúde. Após lançar seu primeiro álbum, Ana Carolina, que vendeu 100 mil cópias, ela se tornou a queridinha de bambas como João Bosco, Rita Lee e Marina Lima. Em dois anos de carreira, viu ídolos que ouviu na vitrola durante a adolescência tornarem-se seus admiradores. A prova maior de seu prestígio: um telefonema do produtor de Chico, Almir Chediak, dizendo que o compositor exigia que duas músicas de seu song book fossem gravadas por ela. No jantar que reuniu os cantores da trilha do filme Amores Possíveis, Ana Carolina ficou frente a frente com Chico Buarque, seu maior ídolo. Trêmula, só conseguiu pronunciar o nome de seu novo CD, Ana Rita Joana Iracema Carolina. Chico sorriu. Percebeu que o título eram os nomes das mulheres cantadas por ele em suas músicas.
Lançado há um mês, o novo álbum já vendeu mais de 100 mil cópias. Está em primeiro lugar

“Acho que já consegui
me diferenciar de Zélia Duncan
e Cássia Eller’’ Ana Carolina 
em São Paulo e só perde para o último CD da Legião Urbana na lista dos mais vendidos no Rio. Desde o início do mês, a música “Quem de Nós Dois”, da trilha da novela Um Anjo Caiu do Céu, ocupa o primeiro lugar nas rádios. “Não esperava esse reconhecimento todo”, diz. Além da voz grave e potente, Ana Carolina é a única mulher no showbizz a tocar pandeiro. E aprendeu sozinha, aos 19 anos, assim como o violão e a guitarra. O ouvido foi apurado desde pequena. De família de músicos – sua avó cantava em rádio e seus tios-avós tocavam violino, cello, piano e percussão –, ela sempre soube seu destino, apesar de ter cursado Letras até o sexto período em Juiz de Fora. Nessa época, já se apresentava como cantora em barzinhos. Não demorou a ser convidada para cumprir uma temporada de shows no Teatro Municipal da cidade. Pediu ajuda a uma amiga, que indicou a atriz Zezé Motta para produzir o espetáculo. “Ela estava um pouco insegura porque o ambiente era formal. Mas encontrei uma cantora pronta”, lembra Zezé, que também assinou a produção do segundo show de Ana Carolina, ainda em Minas. “Na terceira vez em que me convidou, disse que só aceitaria se ela se apresentasse no Rio. Ela topou e sua carreira deslanchou.”

FUMAR CHARUTO Na infância, a cantora passava o dia no salão de cabeleireiro da mãe e fazia do rolo de cabelo seu microfone. Hoje, Ana Carolina freqüenta salões de beleza quase toda semana. “Sou muito vaidosa, esse é um de meus piores defeitos”, assume. Em relação à roupas, nem tanto. Uma de suas manias é vestir tudo pelo lado do avesso. Certa vez, ao entrar numa loja de grife levou a vendedora ao desespero ao sair de lá com um casaco caríssimo vestido ao contrário. “Já tive várias brigas com a minha mãe por causa disso”, diz.

A personalidade forte de Ana Carolina também se revela em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. A sala costuma ficar suja de respingos das pichações que a cantora faz quando pinta. Fumar charutos é outro hobby. “Só não posso fumar muito para não afetar minha garganta.” Ana Carolina não gosta de comparações. Com o timbre parecido com o de Cássia Eller e Zélia Duncan, ela põe panos quentes se o assunto é a semelhança musical. “Acho que já consegui me diferenciar delas. Ao mesmo tempo, fico honrada de saber que estou no mesmo patamar”, diz. Não age, porém, com a mesma desenvoltura ao falar sobre sua vida pessoal. Questionada sobre cantoras da MPB que assumem a opção homossexual, ela reage: “Você vai me perguntar se sou gay?”. Diante da afirmativa, ela devolve secamente: “Não gosto de falar sobre minha vida pessoal. Sou tímida”.

Fonte: IstoÉ

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20 de maio de 2001

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Ana Carolina e Daniela Mercury cantam juntas

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Ana Carolina convidou Daniela Mercury para fazer uma participação especial no show que apresenta no dia 3 de junho, no Rock in Rio Café, em Salvador. A rainha do axé music, que está na capital baiana para fazer a pré-produção de seu novo álbum, não pensou duas vezes e aceitou de imediato o convite de Ana Carolina. Quem está trazendo essa apresentação para a cidade é Cristiano Rangel, noivo da atriz e apresentadora Luana Piovani.


Fonte: O Dia


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Ana Carolina canta Carlinhos Vergueiro

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Ana Carolina ligou para Carlinhos Vergueiro pedindo para que ele a ensinasse a cantar Protocolo, um de seus maiores sucessos. Carlinhos, que promete prestigiar os próximos shows da colega, ficou lisonjeado com a homenagem.




Fonte: O Globo

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19 de maio de 2001

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METRÔ DO RIO TERÁ SHOWS DE BAMBAS DA MPB

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Lenine, Zélia Duncan, Alceu Valença, Dominguinhos, Beth Carvalho e Ana Carolina são alguns bambas da MPB que vão se apresentar na estação Carioca do Metrô do Rio, no projeto "Estação da Música". O evento gratuito - que chega à sua terceira edição - acontecerá sempre nas duas últimas quartas-feiras de cada mês (começa na semana que vem), a partir das 12h30m.




Fonte: O Dia

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18 de maio de 2001

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Um banquinho e um vozeirão

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Mesmo se recuperando de um acidente de carro, a cantora Ana Carolina se apresenta no Canecão neste fim de semana. No repertório, músicas do elogiado CD Ana Rita Joana Iracema e Carolina.

Ela é tímida, mas não quando está cantando. Dona de uma voz forte e afinada, Ana Carolina conquistou uma coleção de elogios da crítica desde que começou. "A garganta mais afiada da MPB", "Jóia rara", "A voz que encantou Chico" são alguns dos elogios que circulam na imprensa especializada.
Chico Buarque, aliás, é um amor à parte. "Um é fã do outro", se derrama a cantora. Mesmo assim, quando está ao lado do seu ídolo, Ana ainda treme de emoção. "Receber um elogio dele é como receber a Cruz de Malta depois de cruzar o oceano".
João Bosco é outro que não dispensa elogios. "A primeira vez que ouvi sua voz fiquei maravilhado", disse recentemente o cantor, que convidou Ana Carolina para gravar o reggae Mama palavra (do CD Na esquina ao vivo).

Aos 26 anos e já no segundo disco, Ana Rita Joana Iracema e Carolina, a cantora e compositora tem suas canções executadas nas rádios do Brasil, cerca de 500 vezes ao dia. O disco também é um estouro em vendas: 100 mil cópias em apenas duas semanas. E além disso já começa a fazer grande sucesso em Portugal.
No novo trabalho, a mineira canta diversas facetas do universo feminino - fragilidades, medos, rancores, paixões e alegrias das diversas "Anas", "Joanas", "Iracemas" e todas as outras mulheres são o ingrediente principal das composições. O álbum ainda traz uma participação especial da Alcione na música Violão e voz e uma regravação de Pra terminar, de Herbert Vianna.

Quem quiser conferir o talento da moça e os sucessos que encantam o público, não pode deixar de assitir ao show que a cantora está fazendo no Canecão nos dias 18, 19 e 20 de maio.

Ana Carolina se apresentará sentada por causa da fratura na tíbia, causada pelo acidente que sofreu no dia 1º de maio. E garante que está bem para cantar. "A produção, não queria que eu fizesse as apresentações, mas bati o pé", disse com sua personalidade forte. "Cantar é uma terapia, é o que gosto de fazer".
"Os fãs podem ficar despreocupados. Parte da minha cabeça está raspada, mas nem vai dar para perceber". Os fãs certamente nem estão preocupados com isso. O bom mesmo é ouvir sua voz. Entre as músicas, Ana irá acrescentar alguns textos para "costurar o espetáculo".

Fonte: ALEXANDRE FONTOURA

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Canecão lotado aplaude a estréia da cantora

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"Vestida com roupas largas, sentada e com os longos cabelos ruivos e cacheados em destaque, a cantora Ana Carolina lembrava Luís XIV, o Rei Sol, ao comandar a massa que foi, anteontem, ao Canecão prestigiar a estréia de seu novo show, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina". Em pouco mais de uma hora e meia, a cantora mineira - que permaneceu sentada devido a uma contusão em seu joelho esquerdo, causada por um acidente de carro - mostrou firmeza na voz em sucessos de seu primeiro disco e canções do segundo.

O show começou, com mais de uma hora de atraso, com o palco escuro e uma imensa foto da cantora, tirada da capa do disco, no centro do palco. Aos primeiros versos de "Dadivosa", a foto foi retirada, revelando Ana Carolina, sentada com o microfone nas mãos. Dos dois lados do palco estavam os músicos de maior destaque na banda, o baixista (produtor e diretor musical do show) Dunga à esquerda e o percussionista Da Lua à direita. Após o sample de Maria Bethânia que adorna a canção, Ana pegou um megafone e lembrou diversos nomes de mulheres. Além dos que dão nome ao disco, vários outros estavam escritos pelo cenário. Seguiu-se "Ela é bamba", no tom percussivo que embala as melhores composições da cantora, e o primeiro comentário jocoso a respeito da perna machucada:

- Vocês sabem porque eu estou assim, não é lipo.







Para manter o embalo, emendou dois dos sucessos de seu primeiro disco, "Trancado" e "Garganta", esta em uma versão mais marcada e pesada, que arrancou urros dos espectadores mais animados. A partir daí, o show foi marcado pelas novas canções, como "Que será" (o velho sucesso de autoria de Marino Pinto e Mário Rossi), "Joana", "A câmera que filma os dias" e "Eu nunca te amei idiota".

Ela também mostrou habilidade no pandeiro, principalmente no bis, que começou com "Escurinha", de Geraldo Pereira, emendada com "Armazém", uma das melhores canções de seu CD de estréia. Ela só não foi tão feliz ao repetir a chatinha "Quem de nós dois" no encerramento, na tradicional campanha pela venda do disco, como se a televisão já não martelasse o refrão dúzias de vezes por dia."

Fonte: O Globo

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5 de maio de 2001

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NOVO CD DE ANA CAROLINA JÁ É DISCO DE OURO

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Já bateu a marca de 100 mil cópias vendidas (disco de ouro) o novo CD da cantora Ana Carolina, Ana Rita Joana Iracema e Carolina, lançado em abril.

Graças ao sucesso de Quem de Nós Dois, versão de uma música italiana que vem tendo uma média de 500 execuções em rádio, por dia, no país todo.




Fonte: O Dia

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3 de maio de 2001

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Ana Carolina fala sobre seu acidente

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Ana após acordar dos sedativos e saborear a janta do hospital diz um tanto assustada e aliviada:

"Nossa esse foi meu maior susto ! É ... posso dizer que nasci de novo ! "

"Já estou pronta pra outra ! Eu já até me dei alta ! O problema é sair daqui ..."

Sobre a fratura na Tíbia,  brinca:
"Ainda bem que foi lá pra baixo... sendo assim ... dá pra tocar pandeiro!"

Fonte: O Dia

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2 de maio de 2001

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Ana Carolina sofre acidente de carro no Rio

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A cantora Ana Carolina sofreu um acidente com seu carro, no Rio, por volta das cinco da manhã de ontem, na Av. das Américas, quando saia da casa de Paulinho Moska no Leblon em direção a sua casa na Barra da Tijuca. A cantora chegou ao hospital ás 6h45, levada por uma ambulância do Corpo de Bombeiros. Estava lúcida, com um corte no couro cabeludo e escoriações superficiais na face e nos membros superiores. Após avaliação pela equipe de emergência, foi realizada investigação por tomografia computadorizada que não revelou lesões intracranianas, torácica, abdominais ou pélvicas. Depois disso, a cantora foi transferida para uma UTI onde ficou em observação. Ela já está no quarto e passa bem. No entanto, o show de lançamento da turnê nacional de seu novo CD, Ana Rita Joana Iracema e Carolina , que estava previsto para o próximo dia 9, no Palácio das Artes em Belo Horizonte, foi adiado.

Fonte: Clique Music

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30 de abril de 2001

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Segundo

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Ana Carolina faz dueto com Alcione em Violão e Voz, faixa de seu segundo CD, Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina. A cantora regrava um sucesso de Dalva de Oliveira (Que Será), inaugura parceria com Adriana Calcanhotto (Dadivosa, com Neusa Ribeiro) e regrava Herbert Vianna (Pra Terminar).

* Revelada em 1999, quando a música "Garganta" começou a tocar na trilha da novela "Andando nas Nuvens", Ana Carolina enfrenta agora o teste do segundo disco, embalada pelas 160 mil cópias vendidas de seu álbum de estréia - marca, aliás, excelente para uma cantora iniciante e então completamente desconhecida do público. E tudo indica que, com o segundo CD, Ana vai superar essa ótima marca. "Quem de Nós Dois" lidera há semanas a parada nacional. Trata-se de uma versão de "La Mia Storia Tra le Dita", música italiana que também já foi gravada, no Brasil, por José Augusto (a versão de Ana é diferente).

Versões à parte, o segundo disco da cantora traz repertório autoral, como o primeiro. Há parcerias de Ana com o gaúcho Totonho Villeroy ("Confesso", "Que se Danem os Nós" e "A Câmera que Filma os Dois") e músicas assinadas apenas pela cantora, sem parceria - casos de "Implicante", "Joana" e "Vê se me Esquece". Com Vanessa da Matta, Ana compôs "Me Sento na Rua".

O disco é produzido por Nilo Romero, Dunga e Marcelo Sussekind. E traz algumas surpresas, como a regravação de "Eu Nunca te Amei, Idiota", música de Alvin L., um dos compositores da geração pop revelada nos anos 80. Já a música de Herbert Vianna, "Pra Terminar", foi lançada pelo grupo Biquini Cavadão em seu último CD, "Escuta".

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Ana Carolina canta todas as mulheres em CD

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Lixas de unha, esmaltes e outros apetrechos de salão de beleza não seriam exatamente associados à cantora Ana Carolina, principalmente por quem conhece sua furiosa figura de cabelos vermelhos dos shows e da televisão. Mas foram exatamente esses os elementos escolhidos por ela para ambientar o lançamento de seu segundo disco, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina" (BMG).

- Minha mãe tem um salão de beleza em Juiz de Fora - diz, enquanto passa uma lixinha nas unhas, mineiramente. - E como esse disco teve a participação decisiva de tantas mulheres, achei que esse era o ambiente certo.

Além da própria Ana Carolina - e aí já são dois nomes femininos em uma mulher só - outras moças estiveram envolvidas na história: Adriana Calcanhotto, que com ela musicou o poema "Dadivosa", de Neusa Pinheiro, que na gravação tem um sample de Maria Bethânia, e "Violão e voz", uma espécie de samba moderno, conta com um vozeirão além do de Ana, o da Marrom Alcione.

- Sempre adorei a voz dela e queria vê-la cantando algo diferente do que normalmente está em seus discos - revela Ana. - E foi o maior astral, adorei gravar e aprendi muito com ela cantando. Arrasou.
As cinco mulheres no nome do CD são lados diferentes da personalidade da cantora.

- Sou muito inconstante, então às vezes sou Iracema, que toca pandeiro e lava chão numa casa de chá, sou Carolina, aquela que não vê o tempo passar pela janela, Ana, que canta com agressividade, a suave Rita, e Joana, que resume todos os meus defeitos.

Ainda nas mulheres, o nome do disco é uma referência a várias músicas de Chico Buarque: "Ana de Amsterdã", "A Rita", "Joana Francesa", "Iracema voou" e "Carolina".

- Acho que Chico é o cara na música brasileira que melhor cantou as mulheres, então faço essa referência - afirma Ana. - Na letra de "Violão e voz" eu lembro "Samba e amor", dizendo que faço samba e amor a qualquer hora.

Em seu primeiro disco, "Ana Carolina", ela regravou "Retrato em branco e preto", clássico de Chico e Tom Jobim. Desta vez, aparece com novas versões da fossa "Que será", de Marino Pinto e Mário Rossi, "Eu nunca te amei idiota", de Alvin L. (gravada pelo antigo grupo do autor, os Sex Beatles, que aliás tinha uma mulher como cantora, Cris Braun) e "Quem de nós dois", versão da italiana "La mia storia tra le dita", de Gean Luca Grignani e Massimo Luca.

Essencialmente, o disco vai na mesma onda do primeiro, com as música baseadas no violão percussivo e na força da voz de Ana. Ela compôs a maior parte do repertório, algumas vezes em parceria com o gaúcho Totonho Villeroy, com quem já trabalhara no disco anterior:

- Não senti pressão por causa do sucesso do primeiro disco (que ultrapassou as 150 mil cópias vendidas). Como passei muito tempo em turnê, deu tempo de compor um monte de músicas. Gravei 15 e queria mais, mas não me deixaram. (Bernardo Araujo)

Fonte: O Globo

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25 de abril de 2001

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Ana canta as mulheres

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As peculiaridades do universo feminino dão o tom do novo CD da mineira Ana Carolina
Está escrito na contracapa Ana Rita Joana Iracema e Carolina: ''Concebido por Ana Carolina.'' A frase rara hoje em dia - ''produzido por'' e ''direção artística'' são muito mais comuns - dá ao ouvinte do segundo disco da mineira Ana Carolina a certeza de que o trabalho foi todo muito bem controlado por ela. ''É um disco
conceitual. Fala do universo feminino, o meu'', confirma a moça de 26 anos e de voz forte que, no encarte, fez questão de não dispensar elementos que preenchem esse mundo: anéis, cabelos, lábios cobertos por batom, um amontoado de esmaltes ao lado dos apetrechos de uma manicura, bicho de pelúcia.

O universo feminino e de Ana é mais convidativo quando está iluminado, longe da escuridão das canções com interpretação melancólica que predominam no disco, que teve como produtores Nilo Coelho, Marcelo Sussekind e Dunga. Implicante, faixa raivosa composta por ela mesma e que, de início, fica ótima graças ao diálogo de voz com o pandeiro enfurecido de Marcos Suzano. ''Essa música eu fiz num dia'', diz Ana Carolina. Não se deixe impressionar por esta marca. Há melhores: Dadivosa, parceria dela com Adriana Calcanhotto e Neusa Pinheiro, levou só 25 minutos para ficar pronta. ''Quando a letra é boa...'', explica e comemora a moça sobre a música que começa assim: ''Que bom se eu fosse uma diva/ Daquelas bem dadivosas/ Que sai vida entra vida/ Ficasse ali verso e prosa.''


Como falar do universo das fêmeas não é das coisas mais simples do mundo, houve partos mais difíceis. A câmera que filma os dias, uma das três parcerias dela com Totonho Villeroy, demorou dois meses e meio para ficar pronta. ''Mas o disco como um todo foi feito num impulso. Em três meses estava pronto'', diz a cantora. Com Villeroy ela também fez a animadinha Confesso e a mais-para-balada Que se danem os nós, que funciona melhor. Como contraponto não só a esta balada, mas a toda feminilidade que colore o trabalho, Ana Carolina quis gravar uma música de Alvin L, Eu nunca te amei idiota, do primeiro LP do grupo Sex Beatles. ''É mais um momento da minha inconstância. É o contraponto a todas as canções românticas do disco'', explica. ''Cinzeiros voando livros rasgados/ Discos quebrados no chão/ Desta vez é pra sempre/ Até... alguém implorar por perdão'', escreveu Alvin.

Não é o único momento, digamos, raivoso do disco. A bolacha tem também Joana, da própria Ana Carolina. ''Eu tinha acabado de ler O pelicano, um livro de Adélia Prado'', diz a cantora, para explicar por que dedicou a música à escritora. Explica aí também de onde tirou inspiração para dar um tom bluesy à interpretação e para falar de Billie Holiday.

A única participação especial do disco fica por conta de Alcione, com quem Ana Carolina fez uma experiência em Violão e voz, outra composição sua. ''A intenção era ver como ela funcionava com uma roupagem mais moderna. Eu tinha certeza de que ia gostar. Alcione é uma referência, é uma cantora que canta à vera. Quem canta com emoção sempre me interessa'', diz entusiasmada. Duas outras coisas também a interessam: declamações bem feitas e gravar músicas que já foram consagradas noutras vozes. Por isso sampleou Maria Bethânia (trecho em Dadivosa) e investiu no clássico Que será (Marino Pinto/Mário Rossi), gravado por Dalva de Oliveira em 1950.

Ana Rita Joana Iracema e Carolina tem ainda uma regravação, a de Pra terminar, do paralama Herbert Vianna, originalmente gravada pelo Biquini Cavadão. Apesar de ser uma canção feita por um homem, Ana achou que casaria bem com o conceito do disco: ''Tem a coisa da dor feminina. Quando alguém vai questionar a relação, geralmente é a mulher. Há muito tempo queria regravar essa.''


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24 de abril de 2001

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SUCESSO RENOVADO

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Ana Carolina chega ao segundo CD, Ana Rita Joana Iracema Carolina, ancorada pelas 150 mil cópias vendidas de seu primeiro álbum, que levava apenas seu nome. Boa marca para alguém que se lançava no mercado. Mas será que isso poderia, de alguma forma, influir na
hora de preparar o sucessor da boa estréia? “Para mim, funcionou do mesmo jeito que no primeiro disco. Sou uma pessoa que mostra meu trabalho. Faço o que estou a fim”, garante Ana.

E, de acordo com a própria, ela estava a fim de algo mais autoral. “Levei dois anos para gravar esse disco. Ele é mais amadurecido e denso”, conta. 

A escolha de três pessoas diferentes para a produção explica um pouco da personalidade de Ana Carolina. “Sou muito
inconstante: oito ou 80. Detesto discos, filmes e livros lineares”, conta. Se alguém parar para ouvir O Rio, a! primeira faixa, vai entender. O início calmo, canto contido e dedilhado de violão, prepara a canção para a guitarra distorcida e a voz solta que vem depois. Uma boa carta de intenções do que pretende ser Ana Rita Joana Iracema Carolina. 


Outra boa música é Voz e Violão, dueto com Alcione. “É uma canção moderna, cheia de batidas. Queria ver o choque que seria ouvir a Alcione fora do universo dela”, explica. Para variar, a Marrom deu show. Tem também Quem de Nós Dois, da trilha de Um Anjo Caiu do Céu. Ana regravou Que Será, ouvida numa compilação de Dalva de Oliveira e que lhe traz recordações da mãe. 
“Lembro-me dela cantando pela casa. Gosto de desafios, gravar músicas conhecidas.”
Um bom desafio seria tentar não sucumbir a canções pop-românticas no formato FM. É só ouvir Que se Danem os Nós e Confesso para entender.
Ana estará às 20h de hoje no Palco MPB.

Fonte: Indica/Disco

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23 de abril de 2001

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A prova definitiva

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O estouro da canção “Quem de Nós Dois” nas rádios faz Ana Carolina deixar de ser apenas promessa.

Está nos dedos de Ana Carolina o melhor símbolo do segundo CD de sua carreira. É um par de anéis rústicos furtado de um fogão de quatro ou seis bocas, não se sabe ao certo. Foi graças ao olhar feminino que Ana percebeu algo a mais nas peças displicentemente jogadas sobre a pia de sua cozinha. As braçadeiras do fogão eram o adorno perfeito para suas mãos claras de dedos fortes. O fogão – com licença das patrulhas feministas – é apenas mais uma das coincidências que fizeram do disco um encontro de vozes, sonhos e aspirações das mulheres. Daí o título do disco – Ana Rita Joana Iracema e Carolina –, alusão às muitas dúvidas e inconstâncias que cercam todas elas. Não por acaso, são todos nomes de canções de Chico Buarque, o compositor que melhor canta a alma feminina.

Foi justo ele, Chico, o responsável por um dos maiores orgulhos experimentados por Ana, de 26 anos, em sua carreira. Ao editar a série de CDs com o songbook do artista, o produtor Almir Chediak só recebeu um pedido: “Chico disse que gostaria que Ana Carolina fosse incluída entre as intérpretes”. Os olhos verdes do artista enxergaram o talento da guitarrista, dona de voz grave e singular. No novo CD, Ana repete algumas fórmulas vistas no primeiro trabalho (Ana Carolina, 1999), mas dá provas definitivas de que seu estilo vigoroso, ao mesmo tempo romântico e irado, veio para ficar.

Novamente a cantora faz uso do pandeiro – outro de seus talentos – numa das faixas. E mais uma vez regrava antigas canções, como “Que Será”, sucesso de Dalva de Oliveira nos anos 50. Mas tudo com nítida dose de amadurecimento.

Lançamento

Ana Rita Joana Iracema e Carolina

Artista

Ana Carolina

Gravadora

BMG

Preço médio

R$ 25

Foi sensata e vitoriosa, por exemplo, a escolha da canção italiana “La Mia Storia tra le Dita”, já interpretada pelo cantor romântico José Augusto. Na nova versão, de Ana e Dudu Falcão, a artista consegue a receita exata para combinar sua voz e a empatia popular. ”Quem de Nós Dois”, incluída na trilha sonora de Um Anjo Caiu do Céu, novela das 7 da Rede Globo, já lidera as listas das músicas mais executadas nas rádios do país.

“Foi tudo cadenciado, foi acontecendo aos poucos, mineiramente falando”, diz a cantora, descrevendo a silenciosa escalada ao sucesso. Seu CD de estréia vendeu 150 mil cópias, mas o entusiasmo da gravadora – movido pela ótima performance de Ana nos palcos – transformou-se em certa frustração. Ana não brilhou como deveria, ou mereceria. “Viajei pelo Brasil. O primeiro disco viveu do show”, conta a artista sobre os meses de ausência entre os trabalhos. Os tempos agora são outros e o estouro na novela tem levado seu jeito tímido que se transfigura ao cantar a compromissos com o grande público, como o programa de Xuxa na TV.

O CD não deu espaço a concessões. Boas melodias e arranjos arrojados não deixam que a voz dos descontentes ecoe na platéia. A Ana Carolina compositora está mais atuante: assina 11 das 15 canções. Em quatro delas conta com o auxílio luxuoso do gaúcho Totonho Villeroy, autor de “Garganta”, o hit do primeiro disco. Adriana Calcanhotto, a quem Ana Carolina conheceu numa temporada de shows no Rio de Janeiro, também é uma nova parceira. Ouvem-se ainda outras mulheres, como Maria Bethânia, num sample, e Alcione, içada do samba para o pop. O CD dos anéis é a aliança de Ana Carolina com o sucesso.

Fonte: Cláudio Henrique, do Rio- Revista Época

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21 de abril de 2001

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Todas as mulheres

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No verso do encarte, Ana Carolina, 26, rói a unha com olhar de dúvida. Quando se tira o disco da embalagem, surge uma foto de uma caixa de manicure repleta de produtos de beleza - cremes, pós, batons. O retrato simboliza a feminilidade que envolve Ana Rita Joana Iracema e Carolina, segundo CD desta cantora e compositora de Juiz de Fora, que chega às lojas neste final de semana pela gravadora BMG.

A própria Ana Carolina chama a atenção para o título do disco, inspirado em mulheres que viraram nome de música sob a pena de Chico Buarque, de longe o autor que melhor entende as nuances desses seres encantadores e, em muitos casos, incompreensíveis. "A mulher tem muito disso, de questionar o relacionamento, pensar, pedir perdão, se arrepender, sofrer calada e, acima de tudo, ter dúvidas", sintetiza Ana Carolina, em entrevista por telefone ao Caderno Dois.

Dona de uma voz grave e potente, ela credita que superou as comparações com Zélia Duncan e Cássia Eller, apontadas desde que a música Garganta, de Totonho Villeroy, estourou nas rádios brasileiras em 1999, puxando o seu disco de estréia. Contrariando a retração do mercado, o CD Ana Carolina vendeu 150 mil cópias, rendeu uma extensa turnê pelo Brasil e abriu várias portas para a cantora.

No intervalo entre os dois discos, ela participou do songbook de Chico Buarque, compôs e gravou duas músicas para a trilha sonora do filme Amores Possíveis, de Sandra Werneck, e foi convidada a cantar a faixa Mama Palavra no recém-lançado CD de João Bosco, Na Esquina Ao Vivo.

Para melhorar, a balada Quem de Nós Dois, versão de Ana Carolina e Dudu Falcão para a canção italiana La Mia Storia Tra Le Dita, virou tema da novela Um Anjo Caiu do Céu e figura entre as 10 músicas mais tocadas nas rádios de todo o país, segundo avaliação da revista Sucesso CD.

A seguir, Ana Carolina revela o perfil das cinco personagens que titulam o seu disco, as várias coincidências que cercaram a realização do CD, a origem do tom dramático de suas interpretações, e, ainda, porque sente um friozinho na barriga toda vez que encontra o seu muso inspirador.

O que mudou do primeiro disco para o novo?
Este segundo CD é uma continuação do primeiro, porém, mais amadurecido em termos de letras, arranjos e produção. Queria que cada música soasse de um jeito diferente e que falasse de minha inconstância. O CD é uma celebração do meu jeito de gostar de coisas diferentes.
De onde veio o título ‘Ana Rita Joana Iracema e Carolina’?
São títulos de canções de Chico Buarque. Ele foi o cantor que mais falou da mulher e o fez de forma maravilhosa. Sou fã número 0 do Chico. Confesso que até hoje fico nervosa quando o vejo.
É uma homenagem às mulheres?
Não diria uma homenagem, mas um momento meu de muita feminilidade. Coloquei esse nome depois que o disco estava todo pronto devido a algumas coincidências: a música Ela é Bamba fala de mulheres que batalham e que educam a nação; Implicante traz o verso "de que vale seu cabelo liso e as idéias enroladas dentro da cabeça?", que considero bem feminino; regravei Que Será, música eternizada por Dalva de Oliveira e que minha mãe cantarolava na minha infância; Joana, a babaca da história, eu fiz depois de ler o livro Pelicano, de Adélia Prado. Enfim, várias coincidências do universo feminino aconteceram nesse disco, inclusive uma canção em parceria com Adriana Calcanhotto que tem um sampler de Maria Bethânia, a diva maior. 
Esses cinco personagens existem em você?
Diria que sou cada uma delas. Todo mundo é assim. A gente hoje tem que se desdobrar para ser mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Uso há cinco anos um anel que, na verdade, são braçadeiras de fogão. As pessoas me perguntam onde comprei estes anéis e eu digo que você pode encontrá-los em qualquer casa de apetrechos domésticos. Costumo dizer que a mulher tem que sair do fogão, botar o anel no dedo e ir em frente.
Este CD parece mais melancólico. Existe uma estética blue na sua interpretação?
Queria falar um pouco do que eu sentia no Rio, a angústia, dor - é coisa de mulher. Fiquei dois anos morando no Rio e algumas canções sofreram forte influência desses sentimentos. A música que fecha o CD, Me Sento na Rua, tem um ar de metrópole que se deve ao fato de eu estar morando no Rio. Tenho uma coisa Mississipi no jeito de cantar, mas nunca tive uma relação estreita com discos de blues. É atraente, para mim, cantar a dor.
As comparações com Zélia Duncan e Cássia Eller já foram superadas?
Acho que sim, né? Meu primeiro disco vendeu 150 mil cópias. Hoje as pessoas já sabem quem eu sou. 

Quem teve a idéia de gravar ‘Quem de Nós Dois’ para a novela da TV Globo?
O Dudu Falcão, um dos meus parceiros nesse disco. Ele me mostrou La Mia Storia Tra Le Dita (Gean Grignani/Massimo Luca) e eu topei o desafio de fazer a versão. Foi uma experiência nova, porque me obrigou a aglutinar palavras paroxítonas ou proparoxítonas para caber na melodia. Como não podia fugir do tema da canção, o amor, busquei inspiração no livro de Roland Barthes, Fragmentos de um Discurso Amoroso. Enquanto houver amor, haverá canções de amor.
Como foi a experiência de gravar com Alcione?
Eu quis tirá-la do ambiente natural dela, o samba romântico, e trazer sua voz abissal para um beat eletrônico. É curioso ver a Alcione em um ambiente techno. O resultado foi maravilhoso.

Fonte:  José Roberto S. Neves- Gazeta

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20 de abril de 2001

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Palco MPB com Ana Carolina

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A atração do próximo Palco MPB, no dia 24/4, é a cantora Ana Carolina, que está lançando CD Ana Rita Joana Iracema Carolina. O programa é exclusivo para ouvintes e internautas da MPB FM e é realizado no auditório da rádio, com apresentação de Fernando Mansur. Ana Carolina vai cantar seus sucessos, inclusive o recente Quem de nós dois. Para assistir ao Palco MPB, basta ligar para o 509-4790 ou enviar e-mail com nome, telefone, endereço, data de nascimento e número de identidade completos.

Não deixe de concorrer!

Auditório da MPB FM
24/4, a partir das 20h


Fonte: O Dia

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19 de abril de 2001

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Todas as mulheres de Ana Carolina

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Cantora homenageia o temperamento feminino em seu segundo CD, compõe pela primeira vez com parceiras como Adriana Calcanhotto e grava canção pop em duo com Alcione


Ana Carolina conseguiu a difícil tarefa de se impor num mercado complicado para a música de qualidade e mais ainda se pensarmos que há dezenas de cantoras em busca de um lugar ao sol. A bordo de sucessos como Garganta (Totonho Villeroy) e A Canção Tocou na Hora Errada (de sua autoria), ela conquistou as FMs e abocanhou um público que admirava cantoras de linhagem pop com queda para canções de amor, como Adriana Calcanhotto, Cássia Eller, Marisa Monte e Zélia Duncan. Como se não bastasse, vendeu mais de 100 mil cópias do primeiro CD homônimo , de 1999. Agora, ela vem disposta a se fixar definitivamente no cenário da MPB pop com o álbum Ana Rita Joana Iracema e Carolina que ganhou este nome em homenagem às musas de Chico Buarque e por ser um disco essencialmente feminino.

"O título veio quando o disco já estava pronto. Estava muito feminina e acabei colocando justamente meu universo feminino no disco. Pela primeira vez, fiz parcerias com mulheres, além de convidar a Alcione para dividir uma faixa comigo. Então, me vieram à cabeça títulos de canções de Chico Buarque com nomes de mulheres", justifica Ana, referindo-se a Anna de Amsterdam, A Rita,Joana Francesa, Iracema Voou e Carolina. O temperamento de todas essas mulheres é retratado em faixas como Joana,Implicante, Dadivosa e especialmente em Ela é Bamba. "Essa música fala das mulheres que vão à luta, que são mães e educam uma nação. Fala de uma multidão de mulheres, as caras diversas das mulheres do Brasil".

Divas e musasA referência à Chico Buarque não é casual. Já no CD anterior ela havia revisto Retrato em Branco e Preto e Beatriz, tudo por conta de uma "grande influência" que teve do compositor em sua obra. "O Chico me influenciou muito. Já cantei muitas de suas canções. Neste disco, não regravei nenhuma música dele, mas o mencionei não só no título e na canção Ela é Bamba, mas também na letra deViolão e Voz", explica Ana, referindo-se a uma citação da letra buarqueana de Samba e Amor. O verso "Eu faço samba e amor até mais tarde" foi mudado em sua canção para "Eu faço samba e amor a qualquer hora". Mas essa música tem ainda um quê a mais de interessante: a participação da cantora Alcione.

"Quando a faixa Violão e Voz foi produzida, vi que ela ficou com umbeat moderno (cortesia do baixista Dunga, que produziu o disco ao lado de Nilo Romero e Marcelo Sussekind) com a coisa da manifestação eletrônica. Achei que ficaria curioso tirar Alcione do ambiente dela de samba e colocá-la numa canção desse gênero. Ela é uma grande pessoa, de grande astral, com uma voz maravilhosa", elogia.

Outra diva da MPB citada no CD é Maria Bethânia, com um texto de Antônio Bivar, recitado pela cantora no espetáculo Drama / Luz da Noite, de 1973, presente no LP Drama 3º Ato. Tal texto é sampleado e colocado no meio da faixa Dadivosa (parceria com Adriana Calcanhotto e Neusa Pinheiro). "Essa música fala de diva e vida. Incluí Bethânia para enobrecer a faixa. Ela aparece dizendo um texto que diz 'Tinha medo de tudo quase/ (...) Do que não ficava para sempre'. Foi uma boa escolha. A voz da Bethânia falando ou cantando traz sempre uma interpretação arrebatadora."

Sonoridade internacionalAna conta que seu novo trabalho complementa o primeiro. "Ele vem com algumas coisas diferentes, mais amadurecido. Tive liberdade de gravá-lo do jeito que eu quis, da mesma forma que no primeiro. Minha cara continua forte. Aposto no disco como um todo e não numa faixa, não me interessa se vai vender mais ou menos", enfatiza ela, que rejeita o rótulo de pop romântico para seu som. Prefere MPB pop. "Gosto de MPB pop. No meu disco tem muito violão, cello, cordas, pandeiro... mas não é exclusivamente pop. Sou uma pessoa de 25 anos que vive a MPB para pessoas da minha idade", justifica.

Apesar da sonoridade bastante internacional presente no trabalho, de fato há alguns ecos de brasilidade em algumas faixas, inclusive na regravação - ainda que com roupagem bem pop - do bolero Que Será (Marino Pinto/ Mário Rossi), lançado por Dalva de Oliveira há cerca de meio século, mas ainda hoje presente no inconsciente coletivo dos brasileiros. "Essa música minha mãe cantava para mim quando era pequena. Gosto do desafio de reler canções conhecidas que comigo ficarão de um novo jeito. Quis fazer nesta faixa uma levada bem limpa, seca. Além disso, é mais uma citação de mulher, é bom relembrar uma música eternizada por Dalva".

InconstanteAs referências de Ana Carolina não são apenas musicais, mas literárias. A versão de La Mia Storia Tra Le Dita, que virou Quem de Nós Dois em uma versão que já está tocando nas rádios, assinada a quatro mãos com Dudu Falcão, foi feita baseada no livroFragmentos de um Discurso Amoroso, de Roland Barthes. Já a curiosa faixa com acento blue Joana foi composta por Ana após ela ter lido O Pelicano, de Adélia Prado. "O Barthes fala nesse livro sobre coisas que são comuns a todos, de um jeito simples, sem pretensões. Já a Adélia se atém às pequenas coisas, como a unha encravada, a bainha da batina dos padres... tem um jeito de ver a vida de forma tão minimalista, atenta aos pequenos detalhes, que me influenciou a compor versos como: 'Eu não gosto de suas unhas/ E seu jeitinho de ainda vencerei'. Essa Joana é a f.d.p. total", ironiza.

Para completar, entre as 15 faixas, Ana regravou a cortante Eu Nunca Te Amei, Idiota, do repertório do extinto grupo Sex Beatles, integrado entre outros por Cris Braun e Alvin L., autor da canção. Esta faixa, segundo a cantora, contradiz diversas outras do CD. Por isso mesmo ela explica que o disco poderia ter vários outros títulos. "Sou muito inconstante. Gosto de muitas coisas diferentes ao mesmo tempo. Detesto discos, livros e filmes lineares. Esse disco oscila intenções, ritmos e músicas porque gosto de coisas que se movimentam, e por isso acho que essas podem ir à frente."


Fonte: Rodrigo Faour-Clique Music

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ANA RITA JOANA IRACEMA E CAROLINA

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Crítica

Quando Ana Carolina surgiu, as pessoas comentavam que ela parecia uma mistura de Cássia Eller com Zélia Duncan. Mesmo assim, ela já conseguia imprimir sua marca. Agora, Ana está mais agressiva. Em seu segundo CD,Ana Rita Joana Iracema e Carolina, a cantora tenta fazer um trabalho mais conceitual, sobre diversas vertentes e inconstâncias da alma feminina. Consegue apenas em parte. Na verdade, ela fala mais de embates amorosos do que outra coisa. Mas este disco é superior ao primeiro, além do que ela está convencendo em um maior número de faixas. Ana não gosta que seu som seja rotulado de pop/romântico, prefere MPB pop. Mas em diversas faixas ela está totalmente imersa no padrão pop/romântico internacional.Confesso, Quem de Nós Dois, Pra Terminar, Que Se Danem os Nós e Me Sento na Rua poderiam ser gravadas em qualquer lugar do mundo, com qualquer cantora, mas isso não chega a ser um defeito. Apenas estão de acordo com o som radiofônico e o padrão de letra em voga atualmente em todo o globo.

Mais ousadas são faixas como Ela É Bamba, Implicante - ambas com mais referências da citada "MPB", do samba à embolada -, Joana (ainda que poderia ser melhor construída, sem os clichês bluseiros do final), O Rio (de bela melodia) e principalmente Violão e Voz, espécie de samba-funk, uma das melhores faixas do disco, num inspirado dueto com Alcione, que se mostra mais uma vez interessante mesmo numa faixa pop, totalmente diferente do seu gênero. A canção cita a Oração de São Francisco de Assis eSamba e Amor, de Chico Buarque, além de referências a Geraldo Pereira e Noel Rosa. Bola dentro. Ana ainda precisa aperfeiçoar a interpretação para soar cínica o suficiente em canções como Eu Nunca Te Amei Idiota (Alvin L.) ou para transmitir a pungência necessária em outras como Que Será(sucesso de Dalva de Oliveira). Ana está amadurencendo e tem chances de melhorar ampliando cada vez mais seu leque de temáticas, ritmos e intenções. Nem precisa de tantas citações literárias ou grandes conceitos para emplacar. Basta ser simples e investir cada vez mais num repertório adequado e interpretações pertinentes.

Faixas

1 O rio

(Ana Carolina)

2 Confesso

(Ana Carolina, Totonho Villeroy)

3 Ela é bamba

(Totonho Villeroy)

4 Implicante

(Ana Carolina)

5 Quem de nós dois

(Gean Luca Grignani, Massima Luca, Vrs. Ana Carolina - Dudu Falcão)

6 Pra terminar

(Herbert Vianna)

7 Que será

(Mário Rossi, Marina Pinto)

8 Joana

(Ana Carolina)

9 Violão e voz

(Ana Carolina)

10 Vê se me esquece

(Ana Carolina)

11 A câmera que filma os dias

(Ana Carolina, Totonho Villeroy)

12 Dadivosa

(Neusa Pinheiro, Adriana Calcanhotto, Ana Carolina)

13 Que se danem os nós

(Ana Carolina, Totonho Villeroy)

14 Eu nunca te amei idiota

(Alvin L)

15 Me sento na rua

(Vanessa da Mata, Ana Carolina)

Fonte: Rodrigo Faour- Clique Music

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10 de abril de 2001

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Ana Carolina passa o dia na MTV

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Ana Carolina vai marcar presença na MTV, na próxima terça-feira. Ela vai começar o dia gravando depoimentos para os programas Piores Clipes do Mundo e Nação MTV. A partir das 17 horas, os fãs da cantora podem bater um papo descontraído com ela no site da emissora (www.mtv.com.br). Às 19h30, Ana Carolina se apresenta ao vivo no Contato. E fecha o dia participando do Supernova, às 21 horas.

Fonte: O Fuxico

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Chat com Ana Carolina no Canal MTV

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Chat MTV

Isabella : Ana, como foi gravar com a Alci Susy : Ana? Posso saber o teu signo? Acreditas em Destino?

Ana Carolina – MTV : Isabella: A Alcione canta muito, e melhor ainda cantando uma musica minha com uma programacao super moderna. Ficou bonito e bastante curioso.

Susy : Ana? Posso saber o teu signo? Acreditas em Destino?

Ana Carolina – MTV : Susy: Virgem com ascendente em Peixes. Na verdade o destino me faz acreditar em muitas coisas…one?

Scintilla : Olá ANA !!!!!!! Tudo bem.. já estou louca p/ ir ao seu novo show.. sou do Rio !!!

Ana Carolina – MTV : Scintilla: Vou estar no canecao, de 17 a 20 de Maio, com um show novo, ou seja, o primeiro show no Rio do segundo disco.

Scintilla : ANA PQ A MÚSICA ‘ grito sozinha ‘ NÃO ESTA NO CD… ELA É LINDA !!!???

Ana Carolina – MTV : Scintilla: Grito Sozinha eh uma cancao do filme “Condenado a Liberdade”, dirigido por Emiliano Ribeiro, e essa cancão eu cantei exclusivamente para o filme.

juju : Marina Lima já declarou publocamente que vc deu uma força para ela quando ela passou por aquela fase dificil na qual esteve deprimida. Como foi isso para vc?

Ana Carolina – MTV : Juju: Eu prefiro dizer que ter trabalhado com a Marina tb foi muito legal e me ensinou muito. Valeu.

Maria : Oi,Ana CArolina, hoje vc estará na MTV a noite ,queria muito ir ,tentei ligar ,mas ñ atendiam .Vc fará mais shows por aqui??

Ana Carolina – MTV : Maria: Em Sao Paulo 25 e 26 de maio, no DirecTV. Estamos no momento em processo de ensaio, composicão de cenário, projeto de iluminacao, anciosos pelo começo.

omelhordemim : Pq você nao incluiu Vaca Profana no seu novo disco?? Estava linda na sua voz!

Ana Carolina – MTV : Omlehordemim: Ainda nao foi dessa vez, mas o disco esta ai com cancoes tb fortes e bonitas. Valeu.

Isabella : E onde é que foi parar ‘Será que dá pra Seguir’???

Ana Carolina – MTV : Isabella: Eu resolvi nao gravar essa musica por enquanto, mas posso vir a executa-la em shows.

Caroli*2001 : Como descobriu a vocação para cantora, Ana Carolina?

Ana Carolina – MTV : caroli2001: Eu acho que na verdade a musica que me descobriu. E hoje estou aqui como um veiculo, para servir a ela.

Calvin RJ : Estive em shouw seu no final do ano de 1999 no Garden Hall, só que sofremos um acidente de carro no trajeto, só conseguimos chegar nos últimos 10 minutos de show implorando prá nos deixarem entrar (o carro acabou), Putz, valeu a pena, foi um dos melhores 10 minutos de sshow que assisti na minha vida

Ana Carolina – MTV : Calvin: Entao espero vc no Canecao, as 21h00 do dia 17. Acho melhor dar uma revisada no carro…risos…espero vc la.

Maria : Desculpa ,mas ñ sei ainda vc tá com o segundo CD lançado já??Conheço a música que passa na novela ,que inclusive é maravilhosa!!Como vão ser esses shows?O repertório??

Ana Carolina – MTV : Maria: A partir do dia 17 de abril o Cd estara nas lojas.

Scintilla : Ahhh.. detalhe… Quem fez a capa do Cd… Linda !!!

Ana Carolina – MTV : Scintilla: Fernanada Villa Lobos e Barrao. Fotos da Adriana Pitigliani. Eu tb gostei muito. Valeu.

Susy : Está previsto algum show em Portugal? E para qd o CD sairá por cá????

Ana Carolina – MTV : Susy: Possivelmente no segundo semestre.

CHARLES O NEGAO : O QUE VOCE MAIS ADMIRA NA PLATEIA QUE VAI ASSISTI-LA ?

Ana Carolina – MTV : Charles: Quando ja conhecem o disco e estao bem informados sobre minha musica. E respeito acima de tudo para que eu possa admirar tb a plateia que esta me assitindo.

omelhordemim : Com certeza! E foi uma grande sacada gravar ‘Eu nunca te amei idiota’… essa música é ótima!

Ana Carolina – MTV : Omelhordemim: Eu adoro principalmente a parte que diz “dessa vez eh pra sempre ate alguem implorar por perdao..” e no show vai ser muito bom dizer essas frases. Eh isso ai.

Isabella : e de onde é que vem essa inspiração?? Já rolou de baixar uma música numa hora meio imprópria??

Ana Carolina – MTV : Isabella: Na verdade eu nao sei de onde vem, por exemplo tem musicas que nascem inteiras como “Dadivosa”, uma cancao que eu fiz com a Adriana Calcanhoto e Neuza Pinheiro, que fizemos em 25 minutos. E esta no disco. Eh isso ai.

ale_rj : Vc manteve a mesma banda ? Acho os musicos otimos ! E sua voz maravilhosa !!

Ana Carolina – MTV : Ale rj: alguns sim, e a direcao musical sera do baixista Dunga, que tb produziu 5 faixas do meu CD.

Maria : E vc vai tocar algumas músicas do CD velho tbm??/Putz ,sou apaixonada por ele!!!!!!

Ana Carolina – MTV : Maria: Tb vou tocar musicas do primeiro disco. Com certeza.

Scintilla : ANA, ana passado vc participou de um projeto nas Lonas Culturais, aqui pelo Rio… e vc arrastava um contingente bastante volumoso… as lonas ficavam lotadas… Esse projeto, vc pretende fazê -lo , novamente nessa turne ???

Ana Carolina – MTV : Scintilla: O Projeto das Lonas sera no final do ano. Ate la.

Calvin RJ : Naum sei porque, mas na minha opinião, em termos do que vc diz nas canções, desde o 1º cd associei a sua forma de abordar as ‘coisas de dentro’ com a forma do Renato Russo colocar as mesmas coisas, poética mas objetivamente. Pergunto: Renato chega a ser uma influência no teu trabalho?

Ana Carolina – MTV : Calvin: Claro, nao so o Renato como muitas outras pessoas dessa geracao.

Claudinha : Gostaria de saber a partir de quando o seu cd estará nas lojas e quando fará shows em São Paulo e se já sabe o local

Ana Carolina – MTV : Claudinha: Show em São Paulo no DirecTV dias 25 e 26 de maio. Até lá.

Scintilla : Sobre a Música ‘Eu nunca te amei Idiota’ eu não a conheço… mas tem algum motivo especial…. essa música , se for sua, tem alguma história… Ahhh manda um ‘oizinho’ para a Luciana…

Ana Carolina – MTV : Scintilla: Não, não estou cantando para especificamente ninguém.

lucas : eu adoro suas letras vc é paulista?

Ana Carolina – MTV : Lucas: Sou mineira.

MoNiQuE : Fale-me sobre o nome do seu novo CD…pq de tantos nomes?

Ana Carolina – MTV : Monique: Ana Rita Joana Iracema e Carolina. Eh o nome do meu segundo disco. E antes de mais nada, nao eh o meu nome inteiro. Este nome veio de uma frase de uma musica que se chama “Ela e bamba”. Com um pequeno detalhe, são títulos de cancões do Chico Buarque

lucas : saiba q vc é linda tem uma boca com um desenho lindo, pode deixar ñ estou te paquerando ñ rsss

Ana Carolina – MTV : Lucas Tudo bem tb se estiver paquerando..risos…
Cássio : qdo vc vai vir fazer um show em Sorocaba ?

Ana Carolina – MTV : Cassio: Em junho estarei pelo interior de Sao Paulo e com certeza passarei por Sorocaba. Ate breve.

kitana : Oi Adoro vc e suas musicas
angeli : Ana , sou sua fã, de carteirinha!!!!
Ana Carolina – MTV : Kitana e Angeli: Valeu, obrigado.

Isabella : Meu Deus!!!!! Não aguento mais esperar esse CD sair!!!

Ana Carolina – MTV : Isabella: O CD estara nas lojas no dia 17 de abril.

kitana : vc gostaria de cantar outras musicas???

Ana Carolina – MTV : Kitana: Essas que canto eu adoro.

angeli : quando vc fará show em Ilhéus, BA???

Ana Carolina – MTV : Angeli: Estaremos fazendo uma turne pelo Nordeste no inicio de junho. Ate breve.

Veridi@n@ : Como foi pra vc fazer o clipe, como é vc gosta …ou não

Ana Carolina – MTV : Veridiana: Eu adoro o clipe, tem muito bom gosto, a direcao eh do Lirio Ferreira, que eu gosto muito e sem falar na atuacao brilhante de Gabriel Braga Nunes e Mariana Lima.

SOLAR : DO DISCO NOVO QUAL A MUSICA VOCE MAIS GOSTA?

Ana Carolina – MTV : Solar: Logico que eu gosto de todas, mas tenho ouvido mais a primeira, que chama-se “O Rio”.

Claudinha : Quero saber quando você vai nos dar o prazer de outro show aqui em Salvador?

Ana Carolina – MTV : Claudinha: Brasilia possivelmente no incio do segundo semestre. Nao estou com a agenda toda nas minhas maos no momento. Em Salvador sera muito em breve.

angeli : tB SOU MINEIRA!!! DE ONDE, ANA?????

Ana Carolina – MTV : Angeli: Sou de Juiz de Fora.

caca : Quando será o próximo show em Belo Horizonte?

Ana Carolina – MTV : caca: A estreia da turne sera em Belo Horizonte, no dia 09 de maio. Eu tb estou muito anciosa por esta estreia. Ate la.

Lu@ : Vc gosta da sua música Quem de nós dois?

Ana Carolina – MTV : Lua: Gosto, eh claro, senao nao teria gravado, eh uma versao minha e do Dudu Falcao, que fizemos baseados num livro de Roland Barthes, que chama-se “Fragmentos de um discurso amoroso”.

neide/rj : Ana, alguém já te sugeriu gravar seu show, em fita, ao vivo?

Ana Carolina – MTV : Neide: Sera produzido um DVD para este show de agora.

caca : Ana, quais as influências do novo disco? Algum ritmo diferente do que já foi feito?

Ana Carolina – MTV : caca: Muitas coisas diferentes, cancoes novas, parceiros novos e algumas curiosidades como uma musica de piano e voz, que chama-se “Ve Se Me Esquece”.

omelhordemim : Ana, tem alguma musica nesse novo CD na qual você toque pandeiro? Aquele solo em Armezém é TUDO!!!!

Ana Carolina – MTV : Omelhordemim: Sim, eu toco pandeiro nas faixas “Implicante”, “Ela e Bamba” e “Joana”.

MoNiQuE : E a sua parceria com o Totonho Villeroy….teremos esse prazer novamente?

Ana Carolina – MTV : Monique: “Ela e Bamba” eh uma musica do Totonho Villeroy e mais tres cancoes que fiz em parceria com ele. Estas gravei no disco atual.

MISSILENE : ANA SOU SUA FANZONA,PARA MANDAR PARA MIM A MÚSICA DA NOVELA O ANJO CAIU DO CÉU,NÃO SEI AO CERTO O NOME SE ÉW QUEM DE NÓS DOIS,PODERIA AJUDAR-ME?

Ana Carolina – MTV : Missilene: Sim, esta cancao chama-se quem de nos dois, eh uma versao minha e Dudu Falcao. Esta no meu mais recente album.

Butterfly : Vc já esperava fazer esse sucesso todo?

Ana Carolina – MTV : Butterfly: nao, sucesso nao eh uma coisa que a gente espera. Ele pode acontecer ou nao. Eu tenho dado sorte.

Isabella : e o Suzano? Também participou do CD?

Ana Carolina – MTV : Isabella: Suzano gravou comigo na faixa “Implicante”, que eh uma musica de pandeiros. Eh sempre bom te-lo por perto.

caca : Nós mineiros nos orgulhamos de você, de que músicos daqui você se orgulha?

Ana Carolina – MTV : Caca: Eu gosto muito do Jota Quest, Wilson Sideral, Skank, Pato Fu e tb do Milton, do Lo, Beto Guedes e Flavio Venturini.

iubesc : oi ana, tudo bem? vi um show seu em curitiba em setembro do ano passado e achei o máximo, parabéns.

Ana Carolina – MTV : Iubesc: Obrigada, em breve estaremos ai de novo.

Dani : Quando será o show do seu novo cd aqui no Rio?

Ana Carolina – MTV : Dani: No Canecao, dias 17 a 20 de maio.

MEIODESLIGADO : VC VAI HOJE NO SUPERNOVA MTV?

Ana Carolina – MTV : Meiodesligado: Sim, tocarei ao vivo.

MoNiQuE : E Como foi trabalhar com Alcione numa das faixas do CD??

Ana Carolina – MTV : Monique: A minha intencao era justamente ouvir a Alcione cantando com aquele vozeirao em cima de uma musica totalmente moderna e programada. E ficou excelente.

kika : Ana, Sei que e muito dificil responder a todos, mas valeu esperarei ansiosa seu show.

Ana Carolina – MTV : Kika: Valeu, Kika.

adriana e ju : OI ,CAROL ,,PARABENS PELO SEU NOVO SUSSESO….SOMOS SUAS FÃ ,,,BEIJOS

Ana Carolina – MTV : Adriana e Ju: Valeu.

Susy : Ana? Eras boa aluna? Ou desde cedo o teu lançe era música mesmo????

Ana Carolina – MTV : Suzy: Nao necessariamente quem faz musica eh mal aluno. Eu tirava notas entre 7 e 9. Nao sei se foi bom, mas hoje estou na musica…risos..

neide/rj : O dvd será produzido no show do canecão?Já tem data prevista de lançamento?

Ana Carolina – MTV : Neide: O DVD nao tem data ainda para ser produzido.

Dani : suas músicas estão disponíveis para serem baixadas direto pela internet?

Ana Carolina – MTV : Dani: Estao.

Avena : oi ana adorei a versao da musica do gian lucca foi vc quem compos??

Ana Carolina – MTV : Avena: Eu fiz a letra junto com o Dudu Falcao.

Calvin RJ : Alguém já disse que quanto mais se trabalha, mais sorte se tem. Seu sucesso é fruto do seu trabalho, naum da sorte, e com certeza, muito ainda virá, pois suas canções tem conseguido tocar as pessoas no seu emocional, no íntimo, isso naum é prá qualquer um…Só prá pessoas especiais. Vc é especial.

Ana Carolina – MTV : Calvin: Obrigado, calvin.

MoNiQuE : E as entradinhas com os poemas tipo Adelia P. ,Fernanda Y., vamos te-los nos proximos shows???????

Ana Carolina – MTV : Monique: Tenho lido muito e com certeza novas coisas virao e inclusive “Joana” eh uma cancao que fiz assim que terminei de ler “O Pelicano”, de Adelia Prado.

rose : Quando escuto as suas músicas tenho vontade de namorar, por isso cante cada vez mais músicas românticas

Ana Carolina – MTV : Rose: Enquanto houver amor havera cancoes de amor.

Scintilla : Ana… vc é ‘Tudo de Bom’… é um prazer imeso ter falado com vc.. mas tenho q ir p/ o curso.. passar no vestibular… então… lhe vejo no Canecão.. ou no Downtown…. Espero q vc faço um maior sucesso no show de BH… parabéns… Beijos.. até o canecão !!!

Ana Carolina – MTV : Scintilla: Ate la e boa sorte.

Avena : caetano e vc quando veremos esta parceria??

Ana Carolina – MTV : Avena: Eu faco uma cancao com o Caetano a hora que ele quiser….risos…

omelhordemim : Marcar sua estréia em BH foi um ato de rebeldia pelos grandes shows estarem sempre concentrados no RJ ou SP??

Ana Carolina – MTV : Omelhordemim: Eu escolhi Bh pq eu queria estrear em MInas. Mas acho que todos os grandes shows percorrem todo o Brasil dentro do possivel. Portanto estaremos em turne o ano todo.

doutor : vc que manja de musica……oq acha dessa onda de musicas que nao sao musicas ?

Ana Carolina – MTV : Doutor: Eu confesso que acho que tem muita musica ruim por ai, mas essas musicas vao continuar existindo em quanto existir publico para isso, portanto nao ha nada a fazer.

Ana Carolina – MTV : Valeu, galera, meu site oficial eh www.anacarolinaonline.com.br

Ana Carolina – MTV : A turne estreia dia 09 de maio, no palacio da Artes, em BH. Logo apos interiro de Minas, em seguida 17 a 20 de maio no Canecao, no Rio. E no final do mes, 25 e 26, no DirecTV em Sao Paulo.

Fonte: MTV

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“Eu respeito muito a música e ela me dá isso de volta...”- Ana Carolina