29 de agosto de 2007

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Ana curte show de Lenine e As Chicas

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A cantora Ana Carolina revelou já conhecer o som das garotas há quatro anos. “Gostei muito. Vim conferir o que já havia ouvido”. Ana também elogiou a série de encontros que reunirá ainda Moska e Chico César, Toni Platão e Zélia Duncan. “A mistura deu certo. Acho esses encontros memoráveis”.












Fonte: Ego e Babado

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Ana Carolina de volta aos palcos cariocas

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Fonte: Vivo Rio

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Rosas concorrendo ao Grammy Latino:

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Músicas concorrentes á Melhor Canção Brasileira (Língua Portuguesa):

Berimbau Metalizado
Miro Almeida, Dória & Duller, songwriters (Ivete Sangalo) 
Track from: Multishow Ao Vivo Ivete no Maracanã[Mercury]

Carta À Amiga Poeta
Simone Guimarães & Francis Hime, songwriters (Simone Guimarães) 
Track from: Flor De Pão[Biscoito Fino]

Não Me Arrependo
Caetano Veloso, songwriter (Caetano Veloso) 
Track from: Cê[Mercury]

Para Lá
Arnaldo Antunes & Adriana Calcanhotto, songwriters (Arnaldo Antunes) 
Track from: Qualquer[Biscoito Fino]

Rosas
Antônio Villeroy, songwriter (Ana Carolina)
Track from: Dois Quartos [Sony BMG Music Brasil]

Fonte: Grammy.com

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28 de agosto de 2007

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Patricia Palumbo conta curiosidades do livro "Vozes do Brasil" no Bate-papo UOL

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O jornalista Marcelo Tas recebeu, no Bate-papo UOL com Convidados desta terça-feira, a também jornalista Patrícia Palumbo, que lança o segundo volume do livro "Vozes do Brasil", que traz entrevistas especiais com músicos como Rita Lee, Tom Zé, Nando Reis, Mônica Salmaso e Pato Fu.

A autora do livro contou curiosidades como quando foi recebida por Rita Lee, de luvas e pantufas em seu estúdio, ao lado de uma boneca inflável, num dia de inverno rigoroso em São Paulo. O dia da entrevista com Elba Ramalho, em sua casa em meio a floresta no Rio de Janeiro, também foi lembrado.

Patricia é apresentadora do programa de rádio homônimo ao seu livro e, há 10 anos, entrevista importantes nomes da música brasileira. Até hoje, a radialista diz que se surpreendeu com o trabalho de Jorge Vercilo, cantor e compositor que não fazia parte de seu repertório e conseguiu cativá-la durante uma entrevista.



(02:39:58) Marcelo Tas: Patrícia Palumbo é jornalista especializada em música e apresenta há dez anos o "Vozes do Brasil", da Rádio Eldorado FM. Ainda na Rádio Eldorado FM e AM, apresenta o programa "Planeta Eldorado". É apresentadora do programa "Instrumental Sesc Brasil" - na rede STV, Canal 92 Net SP e RJ - e do "Conversa Afinada", pela TVE Brasil.

(02:40:35) Patricia Palumbo: O programa Vozes do Brasil vai fazer dez anos agora...

(02:40:41) Marcelo Tas: Como programa de rádio, há quanto tempo existe o Vozes do Brasil?

(02:42:05) Patricia Palumbo: O Vozes do Brasil nasceu de uma grande sorte que eu tive. Eu fui ocupar um horário na extinta Musical FM que era no horário da Voz do Brasil. E no lugar da Voz do Brasil, Vozes do Brasil... Aí a história começou e foi até hoje.
(02:42:27) Patricia Palumbo: Sobre o roteiro: Cada dia é uma música diferente, mas hoje não me dá mais tanto trabalho... Eu vou ao ar com uma música na cabeça e as outras vão pintando...

(02:42:21) Marcelo Tas: Como foi a reencarnação dele em outras mídias?
(02:44:26) Patricia Palumbo: O Vozes do Brasil estava no ar todo dia, mas começou a me dar uma neura de estar só indo para o ar. Por exemplo, estou fazendo uma entrevista incrível e vai para o ar e depois nunca mais. Eu estava conversando com o Ed Motta que ele me disse que para eu ir em sua casa, mas eu disse que iria gravar. E comecei a fazer esta mesma propostas para vários artistas frequentadores do Vozes do Brasil...
(02:45:47) Patricia Palumbo: Sobre o livro "Vozes do Brasil - Vol. II": É um timaço mais eclético do que o primeiro que tinha tribos vizinhas. Neste temos, por exemplo, o Pato Fu e Ana Carolina, Elba Ramalho e Nando Reis. Neste segundo volume eu depurei a técnica, as entrevistas levaram um pouco menos de tempo, de duas a três horas.

(02:46:46) Marcelo Tas: Qual o músico que mais te surpreendeu?


(02:48:19) Patricia Palumbo: São tantos... mas eu tive uma experiência curiosa, por exemplo, com o Jorge Vercilo. O entrevistei no programa Conversa Afinada e vi um cara extremamente bem posicionado que faz harmonias inusitadas no violão.

(02:48:21) Marcelo Tas: O que você ouve nas horas vagas?


(02:49:35) Patricia Palumbo: Eu ouço Thelonious Monks. As sua sessões ao piano são muito bem arejadas. Ouço Cole Porter, Schubert, coisas assim. Eu toda a semana faço o Sesc Instrumental.
(02:50:47) Patricia Palumbo: O Sesc Instrumental vai ao ar pela TV Sesc de segunda a sexta toda a noite. O Conversa Afinada vai ao ar pela TVE e na Rádio Eldorado no Super Oito toda quarta-feira. No AM faço Planeta Eldorado, um programa sobre ecologia.

(02:50:58) Marcelo Tas: Quais são as regiões do Brasil para onde você viaja para ouvir música nativa?


(02:51:46) Patricia Palumbo: Eu já rodei bastante e uma das viagens mais interessantes foi em São Luis do Maranhão na festa do boi. E cada vez que viajo eu procuro música local.

(02:52:03) Marcelo Tas: Vai levar o programa cada vez mais para a internet? Como?


(02:54:01) Patricia Palumbo: Eu adoraria e tenho muita vontade porque a internet é a melhor rádio hoje em dia. A melhor experiência que tive em rádio foi na BBC fazendo o Vozes do Brasil em inglês e cheguei a receber cartões postais de Singapura. Foi uma série chamada Don't touch that dial com meia hora que se espalhou pelo mundo. Isto é de se guardar para sempre.




(02:51:11) azul: Gostaria de saber como são selecionados os "personagens" para compor seu livro???


(02:56:15) Patricia Palumbo: azul, o Vozes 2 levou quase cinco anos para ser feito. Eu toco todos eles no programa, mas neste a intenção era de ser eclética mesmo. Foi uma coisa pensada entrevistar Ana Carolina com a Jussara Silveira. O projeto original tinha um bônus que era um CD com as entrevistas juntas.
(02:58:57) Patricia Palumbo: Sobre a Ana Carolina: Eu descobri que ela se formou em Letras em Juiz de Fora e trouxe de lá algumas técnicas interessantes como a Oulipo em que ela usa às vezes para fazer sílabas de suas canções. Eu achei super interessante isto. A entrevista foi em sua casa no RJ. As músicas de trabalho da Bethânia e da Mart'nália são da Ana Carolina.
(03:00:53) Patricia Palumbo: Sobre a Rita Lee: Estive em seu estúdio. Ela tem uma boneca inflável... Foi uma das noites mais frias daquela temporada e ela é queridíssima, é muito gostoso conversar com ela. Ela foi pioneira em uma série de coisas na música brasileira como os megashows com grandes estruturas tipo Rolling Stones. E até o formato acústico quando fez o Bossa in Roll.

(02:44:25) azul: nesse v.2 vc foi acompanhada também de vídeo e áudios para fazer tb um doc?


(03:01:44) Patricia Palumbo: azul, não, desta vez não. O documentário foi feito no lançamento do Vozes 1 e é feito nos fundos dos shows.

(02:44:39) Lênio: Boa tarde Tas e Patrícia! Quando será o lançamento do segundo volume do livro "Vozes do Brasil" e que diferenças você destaca neste com relação ao primeiro?


(03:03:30) Patricia Palumbo: Lênio, fizemos uma festa no MIS com a presença de Tom Zé, Jussara Silveira e Pato Fu. A grande diferença é este ecletismo. Neste volume de entrevistas tem os mesmos tipos de perguntas, falando das mesmas coisas.
(03:05:01) Patricia Palumbo: Sobre a Elba Ramalho: Ela me recebeu de manhã em sua casa que é deliciosa e falou muito de um trabalho de assistência e de sua devoção à Nossa Senhora. A entrevista ficou linda, muito bonita.

(02:51:11) sandro: como era trabalhar na antiga rádio musical FM ??


(03:05:58) Patricia Palumbo: sandro, era muito bom, agora tem um portal. Ela ficou só cinco anos no ar e é muito pouco tempo para uma rádio conquistar a audiência. Foi gostoso, com uma equipe muito boa. Eu só peguei o último ano.


(02:55:12) analu: Oi Patricia, todos sabemos que há artistas mais legais e outros mais chatos. Sem querer te botar em saia-justa. Conte pra gente pelo menos de onde são os artistas mais 'maletas'. Do nordeste, do sudeste etc.


(03:09:03) Patricia Palumbo: analu, já que a maiora está no RJ, acho que os mais chatos estão por lá. Às vezes achamos que o artista é super acessível pelo recado que passa em suas canções e quando se chegamos perto vemos que não é bem assim. Por outro lado, há pessoas que são maravilhosas como o Nando Reis, eu pude confirmar um monte de impressões que eu tinha a seu respeito.
(03:10:13) Patricia Palumbo: Eu morei até os 16 anos em São Sebastião. Depois vim estudar história aqui, mas entrei no jornalismo na PUC e abandonei o curso de história.

(02:55:23) Tarantino: No seu livro, como nas entrevistas no rádio e na TV, vc apresenta músicos de variadas vertentes da música brasileira. Vc poderia identificar alguma característica marcante q identificasse a música brasileira, longe do rótulo tradicional de MPB, no qual muitos bons músicos não se enquadrariam?


(03:11:33) Patricia Palumbo: Tarantino, a boa música brasileira tem a essência do tropicalismo, se faz sem preconceito. Temos uma diversidade que foi evidenciada no Tropicalismo, então a nossa música contemporânea é tropicalista.
(03:14:30) Patricia Palumbo: Sobre o tropicalismo: Quando eu falo do trocalismo não falo daquele momento específico de artistas com o Gil e os Mutantes, mas sim de um conceito que não ficou apenas naquilo. Mas podemos usar aquela época como um ícone e esquecer dos anos 90 que foi a época da liberdade, a sedimentação destes conceitos. Então hoje é que se é possível exercitar os conceitos do antropofagismo. Temos o MySpace que é maravilhoso com as molecadas trocando músicas do mundo inteiro.

(02:58:22) Marcia: como foi sua experiência ao entrevistar a Rita Lee?


(03:15:57) Patricia Palumbo: Marcia, foi maravilhoso, estar com ela é sempre incrível. Ela tem uma boneca inflável que fica quietinha no cantinho enquanto a Rita fica fumando muito.

(03:01:20) Srª Marley: Patricia, como nasceu sua relação com a música? a partir de quando você começou a se interessar por MPB?


(03:17:42) Patricia Palumbo: Srª Marley, quando eu era adolescente os discos chegavam em uma Kombi ambulante com um vendendo os LPs. A minha relação com a música veio de casa. Quando entrei na Cultura AM descobri que as canções que eu imagaque a minha mãe estava inventando era clássicos da música brasileira como a "Chiquita Bacana". A minha mãe é filha do Zeca Rocha e professora de alfabetização. E o meu pai veio do RJ trabalhar na construção do porto e depois da Petrobrás.


(03:05:47) Tarantino: uma qualidade da nossa música é a pluralidade, sobretudo nas expressões populares e regionais. Na sua experiência de fazer o programa na BBC, em contato com pessoas de outros países, vc acredita q exista em algum lugar do mundo uma "biodiversidade musical" como a nossa????


(03:18:46) Patricia Palumbo: Tarantino, uma musicodiversidade como a nossa... Como o Brasil, eu nunca vi. Temos um país que é um continente e toda a nossa receptividade nos torna diferente dos outros lugares do mundo.

(03:08:38) Kaw: Patrícia, você percebe algum ponto em comum entre os entrevistados do primeiro volume do vozes e do segundo? No primeiro a gente percebe que alguns artistas até bebem da mesma fonte, por exemplo.


(03:19:38) Patricia Palumbo: Kaw, no primeiro, um influenciava o outro, como Itamar Assumpção e Zélia Duncan, havia uma teia bem formada. No segundo há coisas incomuns e está mais diverso.
(03:21:36) Patricia Palumbo: Sobre a Mônica Salmaso: Ela tem uma voz única, airada e totalmente diferente do que se poderia classificar. Um timbre muito especial. Ela conversa com o piano, baixo e bateria como se fosse mais um instrumento. Os músicos mandam algo mais cabeça e ela devolve outro. Ela se inspirou em Zizi Possi que fez isso na música "Sobre Todas as Coisas". A Zizi Possi é formada em regência.

(03:11:45) Srª Marley: vc irá lançar seu livro em São Sebastião também?


(03:21:57) Patricia Palumbo: Srª Marley, claro, nós vamos sim.

(03:14:12) LEITOR: VC ACHA O QUE DESSA JUVENTUDE DE HOJE JÁ QUE SEU TRABALHO TEM TANTO A VER COM OS JOVENS?


(03:23:10) Patricia Palumbo: Leitor, eu adoro a juventude. Nós temos uma vantagem, que também pode ser desvantagem, que é o acesso a informação muito rápido e que a torna um pouco rasa. Mas por outro lado, eu vejo uma aproximação da juventude brasileira que me encanta e me deixa feliz.


(03:15:13) Tarantino: Cada vez mais, os músicos brasileiros se aproximam dos recursos eletrônicos, seja simplesmente para mixar ou para criar novos efeitos, introduzir samplers, experimentar sons etc. Como vc vê essa apropriação desses recursos pelos músicos brasileiros de hoje?

(03:25:34) Patricia Palumbo: Tarantino, acho maravilhoso, a Fernanda Abreu foi uma das primeiras a utilizar o sampler no Brasil. Ela usada de tudo em sua música e muitíssimo bem. Hoje é possível fazer música em casa.

(03:19:06) Menina: Patricia, tudo bem? O sorvete do Rochinha é o melhor do Universo!!!! Nenhum dos seus entrevistados pensou em fazer uma canção para o sorvete tão delicioso? hahahah BJs

(03:26:09) Patricia Palumbo: Menina, eu não saio distribuindo sorvete para o povo...

(03:20:11) Frank Sinistro: patrícia, qual tem sido o papel dos blogs e sites para a música brasileira?


(03:27:53) Patricia Palumbo: Frank Sinistro, o blog não tenho acessado muito. Mas estou viciada no MySpnce que é uma ferramenta de democratização de acesso. É maravilhoso poder acessar as músicas à vontade. Assim ficamos livres de uma estrutura de marketing de divulgação.

(03:23:32) Marcia: vai ter shows com os entrevistados do livro?


(03:29:03) Patricia Palumbo: Marcia, ainda não sei. No primeiro eu fiz quatro noites de show no Sesc Vila Mariana e depois fui para Brasília e fiquei oito meses, foi uma temporada bem bacana no Teatro da Caixa. Neste eu não pensei nisso, fiquei cinco anos para lançar o livro.

(03:26:31) Tarantino: Patricia, não há dúvidas de q a internet potencializa a antropofagia musical do tropicalismo. Mas poucos brasileiros têm acesso à internet. Vc acha q os jovens q têm acesso à internet já descobriram a nossa música regional e popular, feita por pessoas q não estão na internet?



(03:30:47) Patricia Palumbo: Tarantino, por enquanto é uma das ferramentas mais acessíveis, mesmo que não tenhamos uma grande parcela da população com acesso a internet.

(03:26:39) tatu: O seu programa está bem diferente do ano passado, quais as novidades?


(03:32:48) Patricia Palumbo: tatu, o Vozes do Brasil virou um programa todo ao vivo no estúdio. Estou com uma parceria com o Paulinho Le Petit que tem um estúdio com uma acústica maravilhosa que eu chamo de Salinha São Paulo. Ali eu faço o Vozes do Brasil onde convido músicos para tocar ao vivo. Não toco CD, as músicas são tocadas na hora. O primeiro foi com a Paula Lima e o Nazi, depois tive Luiz Melodia e Mart'nália e também Mariana Aidar e Chico César.

(03:33:18) Patricia Palumbo: Obrigada...

(03:33:21) Geovanna/UOL: O Bate-papo UOL agradece a presença de Patrícia Palumbo e de todos os internautas. Até o próximo! 

Fonte: UOL

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27 de agosto de 2007

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Personagem

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Música de Ana Carolina e Jorge Vercilo, gravada por Pedro Mariano. Exclusiva, vale a pena conferir!


Personagem

Composição: Ana Carolina/ Jorge Vercilo

Você se vê
Por trás de um personagem
Ele não cabe em você
Não leve a mal, e entender quem sabe eu sei!

Quem sabe eu sei!
Sempre ouvindo
Todas as outras pessoas
Mas quase nunca você

Não leve a mal, mesmo sem te conhecer
Eu posso ver
Tudo que eu vivi marcou a minha estrada
Mesmo numa festa assim

Me sinto só, só, sigo SÓ
Hoje ao menos me despi daquela farsa
Ninguém pode escolher um caminho por você
Deixa, deixa eu mudar sua vida

Seja na minha bem-vinda
Porque nem sei, quem sabe eu sei!
Venha, faça de mim seu remanso
Pode se abrir, eu alcanço

Porque nem sei, quem sabe eu sei

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25 de agosto de 2007

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FESTA EM COMEMORAÇÃO AO ANIVERSÁRIO DA CANTORA ANA CAROLINA

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A FAN PARTY, LE BOY, SONY & BMG,  APRESENTAM A FESTA DE ANIVERSÁRIO DA GRANDE DIVA BRASILEIRA ANA CAROLINA!!!! 
Venha comemorar o aniversário da ANA CAROLINA!!!

* APRESENTAÇÃO DA COVER OFICIAL;
* FARTA DISTRIBUIÇÃO DE CD'S, SINGLES E CAMISAS;
* IMAGENS DA ANA NOS TELÕES DE PLASMA DURANTE TODA A NOITE;
* REMIX PERIODICAMENTE DURANTE A FESTA;
* QUIZ NO PALCO - (A cada pergunta respondida corretamente sobre a Ana o Fã ganha um brinde).

Na pista, os DJs residentes Gustavo Jr e Ricardo Rodrigues, vão tocar o melhor de ANA CAROLINA pra você dançar!

IMPERDÍVEL!!! Será como um SUPER ENCONTRÃO de Fãs, pois lá estarão presentes pessoas de todos os fã-clubes da Ana!!!

LOCAL: Boate LeBoy
Rua Raul Pompéia, 102, Copacabana (posto 6)
Rio de Janeiro - RJ

DATA:22/09/07

VALOR P/ HOMEM E MULHER:

- Com Flyer até 00h - R$10
- Sem Flyer até 00h - R$15
- Sem Flyer após 00h - R$20

Obs: VALORES A CONFIRMAR!!!

MAIS INFORMAÇÕES NO: Tel.:(21)2513-4993

Apoio Exclusivo:
SONY & BMG

FAN PARTY!
Produção & Realização
Gustavo Veloso, Jorge Menezes, Natália Lima e Daniel Augusto

Imprima seu  "FLYER" e apresente até 00h na entrada da Boate Leboy dia 22 de setembro.

Fonte: Guia de Cultura

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Ana Carolina apresenta a Turnê Dois Quartos no Guairão

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Evidência. Quem se lembra do último show de Ana Carolina "Estampado", pode se surpreender com o início de "Dois Quartos". Enquanto o espetáculo anterior começava com os solos e banda tocando pesado, agora a entrada no palco acontece num clima minimalista: Ana toca baixo e os músicos fazem vocais... A atmosfera, porém, vai ganhando energia enquanto a cantora emenda "Cantinho", "Fever" ( de 1956, que teve releitura de Madona, no CD "ErÓtica" de 1992), "Eu sou melhor que você" ( de Moreno Veloso) e "Eu comi Madona" – momento do show que já rendeu polêmica na Internet graças a um vídeo exibido no telão que integra a cenografia. "Eu me divirto muito cantando essas três primeiras músicas juntas como se fosse uma só", diz Ana. A platéia curitibana poderá curtir o novo show de Ana Carolina, nos dias 14 e 15 de setembro, no Teatro Guaíra.

O show "Dois Quartos" apresenta cerca de 20 canções, a maioria do disco duplo, projeto mais autoral da artista. "Nada te faltará", "Rosas", "Tolerância", e "Ruas de outono" são algumas delas. O repertório reserva ainda espaço para hits, como "Pra rua me levar" e "Encostar na tua", além das versões de Ana para composições suas que chegaram às rádios em outras vozes, como "Cabide", gravada por Mart'nália, e " Eu que não sei quase nada do mar" (cuja autoria Ana divide com Jorge Vercilo), por Maria Bethânia. Pela primeira vez, ela canta também "Três", de Marina Lima e Antônio Cícero: "Marina me convidou para cantar essa música com ela e Adriana Calcanhoto, no projeto 'Loucos por Música'. Gostei tanto que quis incluí-la agora. Fizemos um arranjo de tango, com direito até a Castanholas", conta.

Conhecida por seus talentos múltiplos, Ana alterna seus companheiros no palco: usa violão de cordas de aço de nylon, guitarras e pandeiro, além do piano que tocará pela primeira vez em público. "Foi o desafio maior, estudei quatro meses para apresentar 'Isso aí' ao plano. Queria dar um novo frescor a essa música". Coube a Ana também garimpar o texto que lê após cantar "Cristo de Madeira". "Fiz uma adaptação unindo trechos das obras do poeta gaúcho Fabrício Carpinejar e do poeta russo Boris Pasternak".

Fora do palco, uma equipe experiente traduziu os universos diversos do "Quarto" e do "Quartinho" que compõem "Dois Quartos". Gringo Cardia criou o cenário com uma cortina de espelhos; Maneco Quinderé, a iluminação. Monique Gardenberg ficou responsável pela direção do espetáculo – que conta com projeções de vídeo em três músicas. A infinidade de proposta artística levou Ana a convidar a diretora. "Assisti a alguns shows que ela dirigiu, filmes e DVD's, como o de Caetano. Gosto muito do trabalho dela e, neste momento, é a melhor pessoa para estar ao meu lado".

Monique é responsável por um dos momentos mais comentados do show: a exibição de vídeo com duas mulheres enquanto Ana Canta "Eu comi Madona". "O Guilherme Leme, co-diretor do show, achou imagens antigas de sadomasoquismo feminino, feitas por Betty Page. Mas as mulheres estão tão compostas, que as cenas terminam por serem cômicas. Não tem nada pornográfico, como andaram dizendo por aí", explica a cantora. "A Ana é uma cantora com uma personalidade muito clara, muito definida, forte. Não tentei transformá-la, apenas ampará-la, completa.


Serviço:
Show "Dois Quartos", de Ana Carolina
Dias 14 e 15 de setembro
Teatro Guaíra
Rua XV de Novembro, 971 | Curitiba-PR | 41 3315-0979
Horário: Sexta-feira e Sábado, às 21 horas
Ingressos: nas bilheterias do Teatro Guaíra ou pelo Disk Ingressos (41) 3315-0808
Platéia: R$ 240,00
1º Balcão: R$ 200,00
2º Balcão: 160,00
Desconto de 50% para estudantes e clientes do Disk Ingressos e 40% para portadores do cartão do Teatro Guaíra.
Informações: 41 3315-0808

Fonte: Jornal Paraná-Online

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20 de agosto de 2007

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Ana Carolina expõe seu reflexo e desejos

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Cantora mineira lotou o Chevrolet Hall, na noite do último sábado, num espetáculo em que sua música serviu também para encenar como ela se vê diante de seu próprio sucesso.
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Dois quartos não é um simples show de Ana Carolina: é um comentário de Ana Carolina sobre ser Ana Carolina. Durante duas horas, a cantora encenou para um Chevrolet Hall entupido, sábado à noite, o desconforto que a popularidade das suas músicas lhe trouxe, o seu desdém por imitadoras como Isabella Taviani, que descaradamente aproveitam seus vácuos, e sua relação com a prisão das trilhas de novela da Globo.Tenso, auto-reflexivo e colorido, o espetáculo dialoga com a última turnê de Caetano Veloso, Cê, onde o cantor também teatralizou a seriedade da sua fama, “travestido” de astro de rock de 20 e poucos anos. 

Com direção de Monique Gardenberg, Dois quartos deixa claro que o desejo é um sentimento de alcance epistêmico, uma arma quente: o “eu desejo” implica uma hipótese sobre a causa. No seu caso, Ana Carolina parece não querer mais dizer que encontra nas lembranças um lugar seguro. Nos primeiros 10 minutos em cena, a cantora diz que está com febre, repete “pau”, “fenda mela”, “líquido”, artificialmente desconfortável com as suas próprias palavras, enquanto é cercada por um cenário pomposo, de cabaré antigo, com cortina brilhante onde é projetado o polêmico vídeo lésbico.Na verdade, o vídeo é uma brincadeira sádica que fala mais sobre jogos de poder que de prazer. Mas sexo é poder, verdade freudiana que a projeção deixa escapar. Ainda não há tesão na sua performance. Enquanto mulheres espancam outras mulheres na tela, a cantora escancara que agora ela está no comando da ação, dando uma surra no público que espera (apenas) suas famosas letras sobre amor platônico.

A produção colorida do início vira o banquinho e violão de antes para relembrar seu necessário passado. “Vou cantar algumas canções antigas”, avisa a cantora, esclarecendo que agora ela está no meio do caminho entre o que foi e onde pretende ir. O passado é um interlúdio, que faz a platéia urrar. Mas o que era declaração de amor, dor no peito, retorna embalado por cinismo. O hit Quem de nós dois reaparece em novo arranjo. Com a maior parte da letra cantada pela platéia, a impressão é que a música não serve mais ao vocal de Ana Carolina, que a canta menos gritado, menos arranhando a garganta. E por falar em garganta, o hit de estréia da cantora marca o momento de nova virada no show: Ana Carolina interpreta a canção se contorcendo no palco, jogando o cabelo, enviando sinais de fogo. Sua presença vai ficando menos tensa, enquanto o show chega ao seu final – ao momento em que ela escancara seu desejo. Para o bis, Dois quartos se transforma numa enorme discoteca e a música Eu comi a Madona volta em versão eletrônica, nos fazendo lembrar que sua Madona é com um “n” só, diferente do nome da cantora pop. 

Ana canta não (só) para a diva norte-americana, mas para qualquer Madona. A música é sua Maria, Maria. Se, ao interpretar essa canção no início da noite, a mineira estava dura, teatralmente desconfortável, ao final ela dança de um lado para o outro e faz um gesto nada discreto ao cantar que Madona quer ver seu “nervo rígido”. Ainda que imperfeito na sua pompa, Dois quartos é um dos espetáculos mais corajosos da MPB em muito tempo.


Fonte:  Jornal do Comércio

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Ana Carolina imprime sobriedade a Dois quartos

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No último sábado, a capital pernambucana recebeu o novo show da cantora Ana Carolina. Dois quartos, sob a direção de Monique Gardenberg, levou muito mais de dez mil pessoas para a casa de shows Chevrolet Hall, em Olinda. Pista e camarotes lotados, o show só começou depois de uma óbvia mesmo assim empolgante apresentação da banda Nós 4. 

Ana Carolina surgiu por entre uma cortina que cobria todo fundo do palco, feita de objetos/luzes cintilantes, como um céu de estrelas (não estava brega), vestida com seu costumeiro terno preto - o que dá ainda mais sobriedade e solenidade ao seu estilo - empunhando sua guitarra. Dando a entender que o destaque naquela noite seriam as canções, ela destilou as mais novas deste último CD. A platéia mostrou estar familiarizada com a produção recente, mas nada comparado ao coro nas mais antigas. A intenção era evocar de imediato o tom mais minimalista do novo álbum, mas não há como dar este clima, estando ela numa das maiores casas de show da cidade, e com uma platéia histérica. Aliás, tem sido assim na sua passagem por outras capitais. 

Predominantemente feminino, Ana Carolina é ovacionada por seu público de uma maneira que nunca mais havia sido visto deste Marina Lima ou Cássia Eller. Com a diferença de não conseguir ser suave e sedutora como a primeira, muito menos escrachada e irreverente como a segunda. Ana é mais pesadona, densa, com sua voz grave e macia e seu rosto na maioria das vezes sem sorrisos. Depois de ter assumido a bissexualidade, Ana Carolina teve os olhares ainda mais atraídos para o novo show, pois que as músicas eram mais declaradamente lésbicas e, além disso, teria um certo vídeo com cenas de sadomasoquismo ilustrando uma das canções, justamente a que fala ter comido a Madona (assim, como um "n", não a Madonna megastar). Risível o tal filminho, com imagens toscas e antigas de mulheres se insinuando uma para as outras, que não chegam aos pés de uma cena entre casais que se curtem em plena novela das oito.

O show durou pouco mais de uma hora e meia, e Ana Carolina marcou território ao imprimir seu novo estilo, sem fazer tantas concessões ao passado. Não poderia deixar de cantar hits como Confesso, Nua,Encostar na tua e Pra rua me levar, esta última feita para Bethânia. É isso aí, que gravou com seu Jorge, canta sozinha ao piano. Talvez a mais tocante do seu repertório até hoje - apesar de já ter sido exaustivamente executada - Quem de nós dois - recebe um arranjo diferente, o que confunde o público, que atropela Ana Carolina e canta sem prestar atenção ao andamento reformulado. O intimismo e sofisticação dos arranjos talvez não tenham sido tão valorizados desta vez (quem sabe o próximo não seja num teatro), afinal para a platéia mais interessada, somente ela interessava.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Patrícia Palumbo e "Vozes do Brasil": Coletânea de entrevistas com grandes nomes da MPB

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Com saraus de Tom Zé e de integrantes do Pato Fu hoje no MIS (Museu da Imagem e do Som), a jornalista Patricia Palumbo lança Vozes do Brasil - Volume 2. O livro, homônimo do programa que ela mantém na Rádio Eldorado FM, reúne 11 entrevistas realizadas entre 2003 e 2007. Os contemplados desta vez são as cantoras Adriana Calcanhotto, Ana Carolina, Elba Ramalho, Fernanda Abreu, Jussara Silveira, Mônica Salmaso, Rita Lee e Zizi Possi, a dupla John e Fernanda Takai, do grupo mineiro Pato Fu, e os compositores Nando Reis e Tom Zé.

Jornalista da Rádio Eldorado FM lança hoje, no MIS, o volume 2 de seu livroSegundo Patricia, o novo volume está mais ''''diversificado e retrata melhor a grande variedade de música que se faz no Brasil''''. São bate-papos em que os artistas lembram fatos da carreira, falam do processo de criação, reclamam da crítica, fazem pequenas confissões e às vezes revelam senso de humor. O tropicalismo ''''semeou tudo quanto foi tipo de planta, de erva, de tudo'''', diz Rita Lee. Zizi Possi conta que não conseguia ''''apenas ouvir'''' Maria Bethânia: ''''Era preciso parar para ouvir, quando eu precisava, quando queria uma coisa para me alimentar, algum sentimento.''''

''''Sou péssimo músico, mas fui aluno brilhante. Não é que eu quisesse ser músico, não. Eu queria ser qualquer coisa que me tornasse um indivíduo'''', reafirma Tom Zé. ''''Não acho que vim para cá para ser cantora de forró. As pessoas podem me ver assim, mas eu não'''', defende-se Elba Ramalho. ''''Acho boa essa promiscuidade artística. Hoje, na programação de um festival, podemos ser escalados junto com o Zeca Baleiro'''', aponta Fernanda Takai. ''''Sou completamente racional em certas coisas, mas em algum momento viro a moeda e fico completamente passional. Definitivamente, não tenho muito equilíbrio'''', revela Ana Carolina.
Com fotos de Lenise Pinheiro, Marie Hippenmeyer e Ricardo Koctus, baixista do Pato Fu, o livro tem prefácio de Lenine, um dos enfocados no primeiro volume, lançado em 2002.

Vozes do Brasil - Vol. 2. De Patricia Palumbo. Editora DBA. 204 págs. R$ 69. MIS. Av. Europa, 158, 3060-9197. Hoje, 20h30

Fonte: Estadão

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19 de agosto de 2007

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Na contramão do popular

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Com show “Dois Quartos”, Ana Carolina sofistica seu discurso

Ana Carolina tinha tudo para ser seduzida e cair na armadilha de seu próprio sucesso. “Cantora de MPB mais popular do Brasil”, só perdendo o posto de “mais popular cantora do País” para Ivete Sangalo, Ana sempre teve um diálogo interessante com a massa. Suas canções povoam tanto as segmentadas estações de rádio MPB quanto as mais popularescas emissoras comunitárias. No entanto, o álbum e o show “Dois Quartos”, apresentados no sábado, no Chevrolet Hall, dão demonstrativos de que, ao contrário de se deixar levar por uma concepção de espetáculo mais simplista, menos elaborada, Ana Carolina tenta - mesmo que, em alguns momentos, cause certo estranhamento - soar conceitual, refinada. 

As filas enormes do lado de fora do Chevrolet Hall, os ônibus com placas de João Pessoa, Caruaru, Campina Grande, evidenciavam frases como “só vi isso aqui tão cheio no show de Zezé di Camargo & Luciano”. No entanto, longe da breguice dos shows da dupla sertaneja - bailarinos no palco, cenário “novo rico”, estética de número musical do “Criança Esperança”, entende? - Ana Carolina flerta, em sua concepção cênica, com a estirpe da MPB.A direção de Monique Gardenberg coloca Ana como uma grande crooner, vestida de terninho preto, em cenário retrô, com uma camada de ladrilhos prateados no fundo e backing vocals fazendo passinhos. Tudo soa estudadamente “vintage”, inclusive o ótimo vídeo de sadomasoquismo lésbico que aparece enquanto Ana Carolina canta - público em coro - “fui eu que comi e bebi a Madonna”. O referido vídeo, alvo de polêmica e rubor por partes de alguns, dá o tom da encenação: é “over” e cômico. Nunca erótico. O que o transforma num interessante artefato conceitual, assim como unir, como numa mesma canção, a assumidamente sexual faixa “Cantinho” com a soft porn “Fever”, de Peggy Lee.

Ana Carolina parece rir de toda a polêmica que a cercou: do fatídico “sou bi e daí?” da Veja, passando pelo lance do “eu gosto é de mulher”, cantada no antigo show, ela aparece agora pontuando grandes sucessos de sua carreira, mas com os olhos para frente. Sim, os grandes hits estão lá: teve “Garganta”, “Confesso”, “Quem de Nós Dois”, “É Isso Aí” (tocada ao piano, leve tom abaixo da original), um passeio pelas canções que fez para outros compositores - “Cabide” (para Mart’Nália), “Pra Rua Me Levar” (para Bethânia) - e, meio a contragosto do povão, as novas músicas. “Ruas de Outono”, “Aqui”, “Carvão” demarcam um território inexplorado: o público não canta, mesmo que se deixe levar pelas melodias fáceis. 

Momento particularmente curioso do show - e talvez destoante do clima vintage - é a parte, vamos assim dizer, “social”. Em “Nada te Faltará”, imagens de soldados e guerras emprestam um clima meio óbvio; em “Cristo de Madeira”, o caleidoscópio de imagens sociais e religiosas, apesar de lindamente editado, soa vazio. É nesse momento em que percebe-se que, apesar do seu enorme poder de comunicação via música, Ana Carolina ainda carece de desenvoltura cênica: parece “pesada”, sem leveza, “engessada”. Até meio pouco à vontade quando lê poemas.Ao final, cantando “Elevador”, “Louca Tempestade” e voltando no bis com “Rosas” e uma versão remix de “Eu Comi a Madona”, Ana dá demonstrativos de superação. Meio desajeitada, meio pesadona, dança, faz movimentos que parecem ser sexies, leva ao delírio o vasto público lésbico que povoou o Chevrolet Hall para vê-la. Dá indício de que aquilo é uma celebração do amor gay: tão contido, tão proibido, tão platônico - como ela mesma retrata em suas letras.

No entanto, ao invés de segregar, Ana Carolina recebe bem os héteros, os casais homem-mulher, que parecem se divertir com a comoção lésbica. Tudo na maior. Afinal, como diz a própria Madonna, que Ana Carolina sugere “comer”, “music makes the people come together”, ou seja, a “música faz as pessoas ficarem juntas”: héteros, gays, altos, baixos, negros, brancos.

Fonte : Folha de Pernambuco

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18 de agosto de 2007

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Para alívio dos fãs, repertório de Ana Carolina ainda tem "voz e violão"

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Por Luciana Oliveira

Ana Carolina sempre é recebida de braços abertos no Recife, mesmo que não tenha dado tempo de sentir saudades dela. O último show na cidade, aliás, foi ainda em novembro no ano passado, com a turnê Estampado. Mas dessa vez, com dois hits emplacados nos folhetins de horário nobre da Rede Globo (Carvão, interpretado por ela mesma, e Ruas de Outono, de quem é co-autora), deu a impressão de que o Chevrolet Hall nunca esteve tão cheio para receber a mineira quanto no último sábado (18).

Depois dos 40 minutos da apresentação da pernambucana Nós Quatro, os fãs tiveram que esperar até pouco antes da meia-noite para que Ana Carolina subisse ao palco com sua turnê do novo disco Dois Quartos. O atraso foi motivo de vaia e zum zum zum. Segundo os comentários na platéia, adiar o início do show já é praxe da cantora. Mas quando ressoaram os primeiro acordes e dissiparam-se as reclamações, a tirar pelas expressões um pouco constrangidas, talvez atônitas e, principalmente, curiosas, a platéia parecia a um triz de exclamar “Carolina tarda, mas não falha”.

Os fãs recifenses não negam: a cada apresentação eles esperam a Ana Carolina voz grave e violão afinado, MPB de barzinho, happy hour de noite de sexta-feira. Aquela Ana Carolina do começo da carreira, no final da década de 90, que entoava um couro sentimental com sucessos com Confesso. Dessa vez, porém, a apresentação teve direito haste do microfone atirado ao chão do palco e, principalmente, insinuações nada discretas de seu universo bissexual, já escancarado em capa de revista de circulação nacional.

É que a mineira abriu o show com um pot-pourri que incluía uma das faixas do novo CD, Eu Comi a Madona, acompanhado de cenas no telão, ambientadas em algum momento como a década de 30. Enquanto isso, Ana Carolina fazia sua nova apresentação mais performática do que nunca, agachando-se e fazendo gestos, caras e bocas. É essa abertura que tem sido motivo de polêmica no eixo Rio-São Paulo, por onde a turnê já passou. Mas os fãs acreditam que o vídeo exibido no Recife foi editado e algumas cenas, censuradas. Resultado: as moças de roupa íntima brincando num quarto pareceram mais meigas do que sensuais, como andava alardeando a imprensa.

A noite do último sábado foi o dia de outra primeira vez, além dessa performance ousada. Foi a estréia da mineira ao pé de um piano em palcos recifenses, durante a interpretação do sucesso É Isso ai. A música é uma versão assinada por Ana Carolina e Seu Jorge para a música-tema do longa americano Closer.

O show deste final de semana foi dedicado às músicas do novo CD e a apresentar ao público pernambucano as novidades na carreira de Ana Carolina. E como a tendência é ser mais comercial do que intimista, Carolina não mediu esforços para agradar a gregos e troianos. Até os fãs que não abrem mão da Ana Carolina em sua primeira versão, quem diria, ganharam capela, pandeiro, coro de Louca Tempestade, de Garganta e, claro, de Confesso.

Fonte: Jornal Diário de Pernambuco

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16 de agosto de 2007

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A self-made-woman Ana Carolina

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 Nesta quinta-feira (16) à noite, a cantora Ana Carolina desfila seu repertório de sucessos no palco do Siará Hall. A mineira, de 32 anos, conquistou o público desde o primeiro disco, lançado em 1999, com o sucesso “Garganta”. De lá para cá, tem emplacado um hit um após o outro nas rádios. O da vez é a música “Rosas”, que promete fazer coro logo mais. Por e-mail, a cantora respondeu a algumas perguntas do O POVO e mandou avisar: a expectativa para o show em Fortaleza é grande. "Foi sempre muito bacana estar aí e este será o nosso primeiro show depois da estréia no Rio e em São Paulo. Quero que este seja, para todos nós, um momento de muito prazer", afirma ela. Confira abaixo a entrevista. 

O POVO - Apesar de “Dois Quartos” já ter conquistado o disco de platina, foram seus discos anteriores que voltaram à lista de mais vendidos nas últimas semanas. Por que isso está acontecendo? 

Ana Carolina - O que aconteceu é que a gravadora relançou estes dois discos, “Estampado” e “Ana & Jorge - Ao Vivo”, a um preço bem reduzido. Acho que chegaram às lojas por R$9,90. Então quem não tinha comprado, comprou. Nada para lamentar. Só comemorar. 

O POVO - Como os fãs receberam a Ana mais intimista e experimental do “Quartinho”? Como esse lado de seu CD está presente no show? 

Ana Carolina – Melhor do que eu esperava. Na verdade, o repertório do "Quartinho" é quase um desnudamento - uma entrega, e claro, fiquei insegura. Mas a resposta foi maravilhosa. Tanto que os discos lançados em separado agora no começo deste ano, vendem igual. E no show, um dos momentos mais importantes e belos prá mim é quando o público canta junto comigo " Carvão ", uma de minhas músicas mais queridas. 

O POVO - Você é uma cantora festejada pela indústria fonográfica. Em tempos de pirataria e MP3, consegue vender CDs como ninguém. Por que quem escuta Ana Carolina prefere comprar o disco a baixar as músicas na internet? 

Ana Carolina - Sinceramente, não tenho como te responder. Até porque, meus discos, são sim objeto de muita pirataria. Mas acho que o meu fã - quem realmente gosta do meu trabalho -, tem carinho pelo que faço, entende meu cuidado em cada trabalho, quer compartilhar isto comigo, tendo o produto original. Sou muito grata a todos eles. 

O POVO - As suas músicas que costumam fazer mais sucesso são aquelas referentes a relacionamentos. No último disco, boa parte delas vem reforçada por boas doses de sexualidade. Qual o papel da ousadia na sua obra? Existe limite para ela? Qual?

Ana Carolina - O limite é a imaginação de cada um. Gosto de provocar.
O POVO - A sua obra é essencialmente feminina. No entanto, neste último álbum, você decidiu temperar algumas músicas com um pouco de testosterona. Por que a opção pelo universo masculino? 

Ana Carolina - Você acha minha obra mais feminina? Sempre achei que eu falava de amores, dores, etc, transitando pelos dois universos, masculino e feminino. Neste disco, fiquei um pouco mais explícita dentro do universo masculino talvez. Mas é um momento.

O POVO - As críticas têm classificado essa última turnê como "Ana Carolina para as massas". De fato, você costuma arrastar bons públicos por onde passa. No entanto, numa entrevista anterior, você afirmou preferir seu lado "compositora" ao lado "cantora". Existe uma Ana Carolina própria para os palcos? Quem é ela?

Ana Carolina - É uma pessoa que se realiza integralmente com o que faz; que se solta, que se dá e que vive momentos de extrema felicidade com o carinho que recebe, em cada show, deste público maravilhoso que me prestigia a cada apresentação.

O POVO - Como você lida com os excessos do público durante o show? Você sente uma cobrança para incluir mais hits do passado no repertório?
Ana Carolina - Às vezes acontecem excessos mesmo e minha preocupação é com aquela pessoa que foi ao show para curtir e que pode se sentir invadida por alguma demonstração mais barulhenta, mais ousada. Mas no geral, apesar dos gritos, meu público entende que há momentos para gritar, extravasar, e momentos para ouvir. Os hits do passado estão sempre presentes. Gosto de prestigiar quem me prestigia. 

O POVO - É comum você recitar poesias para o seu público. Qual o papel delas no espetáculo? 

Ana Carolina - A poesia é parte indissociável da minha vida, da minha obra. Natural que ela esteja nos meus shows sempre em um lugar nobre. Além disto, ela cumpre o papel de imprimir ao espetáculo uma respiração diferenciada - uma pausa para reflexão. 

O POVO - Você é uma “self-made-woman”: compõe, desenvolve letras, toca, canta. Ao mesmo tempo, não abre mão das parcerias. De que forma Jorge Vercilo, Maria Bethânia e Mart´nalia agregam ao seu espetáculo e a você como artista?

Ana Carolina - Bethânia é de muito tempo, uma inspiração, e é sempre um prazer renovado ouvi-la cantando minhas canções. Mart´nália e uma grande amiga que eu agora tenho o privilégio de ver deslanchar na música, com uma música minha. Nada mais justo, uma vez que ela é a inspiração do “Cabide”. Fiz pra ela, pensando nela. O Jorge é um amigo querido, sensível e um parceiro valioso. Adoro tudo o que a gente faz.

Fonte: Jornal O Povo de Fortaleza.





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15 de agosto de 2007

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Jornal O Povo de Fortaleza Leva você para assistir ao show de Ana Carolina

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O Jornal O Povo vai levar você para curtir o show de Ana Carolina.
Para concorrer a um par de ingressos (camarote) basta contar uma estória de sua vida que você recorda toda vez que ouve o sucesso 'Rosas' .
A melhor estória será premiada.

O resultado da promoção será divulgado no site: www.opovo.com.br a partir das 13h do dia 16 de agosto de 2007.

Fonte: Jornal O Povo

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9 de agosto de 2007

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COMO VIVER BEM COM O DIABETES

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A doença que acomete cerca de 135 milhões de pessoas em todo mundo pode ser controlada e proporcionar qualidade de vida aos portadores, sem alterar o cotidiano.

O número de diabéticos no Brasil é alarmante: são aproximadamente onze milhões de pessoas no País, o que representa 11% da população adulta acima dos 40 anos. As principais causas da doença são basicamente, o aumento da obesidade e o sedentarismo, ambos gerados pelas facilidades tecnológicas da atualidade. A educação e a informação são fatores fundamentais para a prevenção das complicações e para a manutenção de uma vida saudável.

Trata-se de uma doença silenciosa e persistente, e o excesso de açúcar no sangue mina o organismo e pode levar a resultados desastrosos. Tal como demonstram as estatísticas, o diabetes é a primeira causa de cegueira não-traumática no mundo, resulta num dos principais motivos de amputações de membros inferiores por complicações do pé diabético e é co-fator de arteriosclerose, com todas as suas conseqüências, como infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais (derrames) e outras.

No entanto, existem formas eficazes de se controlar a doença como: um plano alimentar balanceado, atividades físicas, monitoramento da glicemia e um programa educativo que podem assegurar a qualidade de vida ao diabético, sem alterar o cotidiano.

"Deve-se obter a maior quantidade de informação sobre o tema e ficar atento aos fatores que predispõem a doença. Se a pessoa possui antecedentes familiares da doença, hipertensão, obesidade, níveis elevados de colesterol, por exemplo, convém realizar pelo menos um exame anualmente", adverte Luiz Turatti, endocrinologista e consultor do site comunidade diabetes.

Com ritmo acelerado de vida, a cantora Ana Carolina, diabética desde os 16 anos de idade, é um excelente exemplo de que é possível conciliar todos os compromissos sem descuidar do tratamento de forma natural e eficiente.

Faço check-up a cada seis meses e sempre dispenso atenção especial à minha saúde. Não me sinto impedida de fazer nada. Tomo meus cuidados, principalmente com a hipoglicemia. Se vou praticar exercícios ou fazer qualquer atividade que necessite de esforço, levo comigo a glicose líquida, meu monitor de glicemia e fico sempre atenta", diz a cantora que usa a voz e a ponta dos dedos como instrumento de trabalho."Tais cuidados me levam a afirmar que o fato de eu ter uma doença crônica é sinal de longevidade", completa ela.
Preocupada em proporcionar melhor qualidade de vida aos portadores de diabetes, a LifeScan, Divisão da Johnson&Johnson Produtos Profissionais, fabricante do "OneTouch Ultra", medidor de glicemia que permite aos diabéticos a coleta do sangue em lugares alternativos do organismo, como antebraço, além da ponta dos dedos. A medição pode ser feita em menor espaço de tempo do que o habitual (somente em cinco segundos) com alta precisão nos resultados e o aparelho proporciona maior comodidade e praticidade no manuseio, devido ao seu tamanho e design.

Para ampliar a margem de segurança, o equipamento realiza uma dupla checagem simultânea de resultados, antes mesmo da análise final. Ou seja, ocorrem duas reações químicas concomitantes e se os resultados não forem iguais, é dada uma mensagem de erro. A tira possui também escapes de ar que impedem a formação de bolhas dentro da câmara de reação, o que torna praticamente impossível a geração de falsos resultados.

Além disso, a tira reagente aspira a gota de sangue por capilaridade, o que proporciona uma amostragem mais eficaz e higiênica. A medição dos índices de glicose sangüínea tem um papel fundamental no controle do diabetes. Manter estes níveis dentro dos parâmetros recomendados pelos médicos, reduz em até 60% o risco de complicações graves decorrentes da enfermidade como amputações e cegueira, por exemplo.

Fonte: MaxPress

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2 de agosto de 2007

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ANA CAROLINA REVELA OS BASTIDORES DA TURNÊ DOIS QUARTOS

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O apresentador do programa ' Bastidores Revista ', estará nesta próxima terça-feira 31, matando a curiosidade de todos os fãs da cantora Ana Carolina, mostrando os bastidores da turnê Dois Quartos. Não percam! 

Fábio Júdice mostra os bastidores do show "2 Quartos", da Ana Carolina. Ele conversa com a cantora, que fala sobre as diferenças desse show para o anterior e sobre a polêmica dos vídeos exibidos durante a música "Eu Comi A Madona". Ela também conta suas manias antes de entrar no palco. Veja ainda entrevistas com a equipe e com a diretora do espetáculo, Monique Gadenberg. Não perca!


DIAS HORÁRIOS 31/07 Terça-feira 23:15 01/08 Quarta-feira 08:30 01/08 Quarta-feira 13:30 03/08 Sexta-feira 12:30 04/08 Sábado 14:00 07/08 Terça-feira 06:30

Fonte: Tom Brasil

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“Eu respeito muito a música e ela me dá isso de volta...”- Ana Carolina